Destaque

O pagamento do complemento regional ao abono de família está em atraso há um ano. O Bloco de Esquerda levou, pela segunda vez ao parlamento, uma recomendação ao Governo Regional para que o pagamento fosse regularizado. Estranhamente, se em abril, o PS votou a favor desta recomendação, reconhecendo o atraso no pagamento, hoje, mudou de posição e rejeitou a proposta do BE.

Cinco anos depois de o parlamento dos Açores ter aprovado por unanimidade o projeto de resolução do Bloco de Esquerda que determinava a contabilização do tempo de serviço em Centros de Atividades de Tempos Livres (CATL) para todos os docentes – que nunca chegou a ser cumprida pelo Governo Regional – o PS inverte a sua posição e chumba, agora, a recomendação do BE para que a resolução aprovada em 2012 fosse finalmente cumprida.

Notícias

O Bloco de Esquerda Açores vai marcar presença na concentração de apoio à comunidade LGBT que se realiza amanhã em Angra do Heroísmo.

O Governo Regional ignorou a recomendação do parlamento dos Açores – proposta pelo Bloco de Esquerda e aprovada por unanimidade no plenário de abril – para que fosse regularizado o pagamento do Complemento Açoriano ao Abono de Família para Crianças e Jovens, que está com um ano de atraso, uma vez que o último pagamento efetuado refere-se ao mês de junho do ano passado.

Jorge Kol de Carvalho, candidato independente do BE à autarquia de Ponta Delgada, traçou como prioridade a revisão do Plano Diretor Municipal, e a criação de um Plano de Pormenor de Salvaguarda do Centro Histórico, para “anular futuras ações urbanísticas idênticas às que adulteraram e adulteram todos os dias a cidade, e como quem faz troça, ostensivamente descaracterizam a sua zona histórica”.

O Bloco de Esquerda manifesta-se contra a atribuição de dinheiros públicos para a construção dos dois novos hospitais privados anunciados para a ilha de São Miguel, que vão concorrer com o Serviço Regional de Saúde, e alerta para os problemas que irão surgir ao nível da contratação de médicos especialistas para o sector público.

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Opinião

Há motivos de sobra para que o Partido Socialista se penitencie por, ao longo dos últimos anos, não ter tomado medidas mais corajosas, no combate ao desemprego, muitas delas propostas pelo Bloco de Esquerda e sempre chumbadas pela maioria.

Aberrante, injusto e sórdido é assistirmos a instituições que face à falta de trabalhadores são incentivadas, oficiosamente, pela Região, a recorrem a programas ocupacionais para preencher necessidades permanentes.