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Intervenções:

  • A democracia encontra-se em risco na Europa. As recentes vitórias de partidos de extrema-direita são prova disso. Trazem consigo a hegemonia, o conservadorismo, o domínio de instituições financeiras e políticas contrárias a coisas que deveriam ser tão simples como Direitos Humanos, pondo, assim, fim à ilusão de uma política progressista que os discursos desenhavam para a União Europeia.

Opinião:

  • Sentir, mais uma vez, que estamos do lado certo da história dá força para que outras lutas se enfrentem e se travem com tanta garra como a dos moradores e moradoras do Bairro de Santa Rita.

  • E é deste “novo ciclo” que o Governo Regional se orgulha de falar. Do ciclo da pobreza disfarçada e envergonhada que tem rendido votos ao PS.

  • A morte saiu a rua num dia assim, dizem. Mas o lugar onde a morte se delicia do peito despedaçado de quantos amontoa, tem nome e chama-se Síria.

  • Foram muitos anos a por “paninhos de água quente”, tentando dissimular um crime ambiental que poderá ter consequências nefastas para a saúde pública, na ilha Terceira.

  • Enquanto cuidarmos de punir, esquecendo os deveres de prevenir, estaremos ocupados a construir cadeias em vez de outros equipamentos sociais bem mais importantes.

  • Muitos casais jovens, muitos adultos, não conseguem suportar as rendas praticadas pelo mercado imobiliário, nem conseguem aceder a créditos bancários para aquisição de habitação permanente, nem reúnem os critérios para receber apoio social. As casas da Base das Lajes deviam ser utilizadas para arrendamento social.

  • Cumprimento todos os homens que partilham dos ideais do feminismo e que não o temem, pois só mesmo o machismo pode recear a igualdade que o feminismo preconiza.

  • Quando confrontando com as questões relativas ao despedimento coletivo na Cofaco do Pico, a primeira preocupação do Governo foi dizer que eram "apenas" 167 e não 180 pessoas em causa.

  • O recurso a programas ocupacionais serviu (e continua a servir) para colmatar necessidades permanentes de pessoal, numa manobra que permite às autarquias poupar à custa da precariedade e do desespero de muitas pessoas que ficaram desempregadas – «mão-de-obra barata», entenda-se.

  • 800 Pessoas, provavelmente 800 famílias que nos próximos tempos terão a sua vida condicionada pela decisão errada da privatização dos CTT, com vista nos lucros e em prole de grandes aumentos nos vencimentos da administração. Nada de novo, não é? Tornou-se comum em Portugal.