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Opinião:

  • Quando confrontando com as questões relativas ao despedimento coletivo na Cofaco do Pico, a primeira preocupação do Governo foi dizer que eram "apenas" 167 e não 180 pessoas em causa.

  • O recurso a programas ocupacionais serviu (e continua a servir) para colmatar necessidades permanentes de pessoal, numa manobra que permite às autarquias poupar à custa da precariedade e do desespero de muitas pessoas que ficaram desempregadas – «mão-de-obra barata», entenda-se.

  • 800 Pessoas, provavelmente 800 famílias que nos próximos tempos terão a sua vida condicionada pela decisão errada da privatização dos CTT, com vista nos lucros e em prole de grandes aumentos nos vencimentos da administração. Nada de novo, não é? Tornou-se comum em Portugal.

  • Após a leitura do comunicado do PS que se regozija com o facto de ter feito aprovar propostas de todos os partidos (como se fizessem um favor à democracia) fica a ideia de que existem quotas definidas para aprovação de propostas da oposição.

  • O plástico invadiu-nos a vida. Nas nossas rotinas quotidianas somos confrontados/as com a mais diversificada oferta da comodidade descartável.

  • Não pensemos que as posturas de vitimizar, humilhar, hostilizar, inferiorizar, ridicularizar, culpabilizar, não fazem parte da realidade regional. Engana-se quem pensa que devido à nossa proximidade não existem casos de verdadeiro assédio moral, subtilmente disfarçados e apresentados como estratégias de modelos organizacionais.

  • As inaugurações quase esgotaram os stocks de fita e os lançamentos de 1ªs pedras quase que originaram derrocadas...

  • Está na hora de assumir política e seriamente a necessidade de investir no porto de recreio das Flores, dotando-o das condições necessárias para passar a ser uma marina.

  • O investimento em lares de 3ª idade deve ser entendido como um investimento na qualidade das relações humanas, no respeito e no futuro, porque, salvo excepções, todos e todas nós alcançaremos essas idades e aquilo que receberemos será aquilo que trataremos de trabalhar e desenvolver no presente.

  • Em 2009, as açorianas e os açorianos revoltaram-se e manifestaram a sua indignação. Em 2015 estamos e somos mais a lembrar, aos deputados e deputadas, o repúdio pela legalização das corridas picadas.