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Intervenções:

Opinião:

  • As propostas apresentadas por Vasco Cordeiro no congresso do PS pretendem claramente reforçar o poder do presidente do governo regional e desvalorizar o parlamento.

  • A proteção do ambiente só vigora enquanto os valores mais altos do PS e dos grandes grupos económicos não se levantam. A política ambiental do governo regional caminha também ela para uma manobra de marketing turístico.

  • É inacreditável que, quando se detetam tantas lacunas nos serviços públicos, o Governo se comprometa em gastar mais na Defesa.

  • O Bloco de Esquerda tem uma posição única entre os partidos políticos nos Açores no que respeita ao mar. Já apresentamos uma anteproposta de lei na ALRAA para alterar a atual legislação sobre o mar, para que sejam os Açores a decidir sobre o mar que o rodeia. Pela voz do Pedro Filipe Soares e da Catarina Martins ficaram os açorianos/as com a certeza que o Bloco defende, nos Açores e em Lisboa, que o mar dos Açores deve ser gerido pelos Açorianos/as.

  • Para acabar com a discriminação, exige-se que a Região, nos serviços da sua responsabilidade, crie mecanismos que permitam eliminar as barreiras que limitam o acesso da pessoa Surda aos serviços públicos.

  • O Governo Regional, quando é para benefício dos trabalhadores, como seria a aplicação do PREVPAP, não “importa” legislação nacional; quando a criação de soluções próprias, fazendo uso dos poderes autonómicos, pode ser usada para benefício dos trabalhadores, como seria uma negociação com os professores para repor aquilo que é deles, o governo já prefere “importar” decisões! São duas posições contraditórias do mesmo governo com um traço em comum: ambas são tomadas contra os trabalhadores!

  • Não é preciso recuar aos horrores da segunda guerra mundial para perceber como ascendeu a extrema-direita ao poder. Está a acontecer, à nossa frente. As violações dos direitos humanos cometidas com cada vez mais desfaçatez, entram todos os dias nas nossas casas. Em cada vez mais lugares, a extrema-direita deixa de disfarçar ao que vem.

  • O silêncio ensurdecedor e a inação do Governo Regional, que assiste de braços cruzados a este despejo em massa, que tem o potencial de gerar enormes problemas sociais, de desenraizamento e de ausência de resposta habitacional perante tão grande número de pessoas que podem necessitar de realojamento, é sinal de uma profunda insensibilidade social e de falta de coragem para enfrentar os interesses dos mais fortes na defesa de quem se vê em risco de ficar sem casa.

  • Valorizar a autonomia é fazer uso dela, indo até onde ela permite a cada momento através do instrumento que é a democracia. E nesta fase, o mar é uma área onde a autonomia ainda não chegou totalmente.

  • A melhoria do Subsídio Social de Mobilidade é de facto necessária. Mas aquilo que o Governo da República se prepara para fazer não é melhorar o subsídio, é atirar a 'batata quente' para as regiões autónomas.