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Intervenções:

Opinião:

  • Esta Europa, com a casa a arder, só se lembra de atirar mais achas para a fogueira. Ignorar assim, ostensivamente, os problemas das pessoas é o que cria Bolsonaros, Orbans e afins.

  • O caminho que se fez, desde 2015 até aqui e que permitiu estancar a sangria da austeridade valeu a pena porque fez a diferença na vida de milhões de portugueses. Mas também deixou claro até onde esta relação de forças permite ir. Agora, precisamos de mais força para continuar o caminho e não ficar a meio da ponte.

  • Querem mesmo que acreditemos que é possível fazer diariamente refeições de qualidade e equilibradas por menos de 2€? Muitas vezes é a qualidade das refeições escolares que é afetada e por consequência as crianças e jovens prejudicados.

  • O combate à pobreza não é prioridade do Governo Regional.

  • Mesmo quando do outro lado se encontra um obstáculo aparentemente intransponível, o caminho é possível!

  • Num momento positivo da economia, os trabalhadores não podem continuar a ser os parentes pobres e ver a sua vida a prazo.

  • O “novo ciclo” económico que o Partido Socialista apregoou meses a fio, afinal não serve sequer para estancar a emigração forçada. É o ciclo da continuação do aprofundamento das desigualdades, como os números nos dão conta.

  • A anulação do processo de privatização é uma nova oportunidade para, com sensatez, pensar, de forma madura, sobre o futuro da SATA. É mais do que tempo de pensar nos superiores interesses dos Açores e na importância estratégica desta empresa.

  • Apresentada mais uma proposta de Orçamento do Estado (OE),depois de três anos em que projetos e medidas fundamentais para os Açores que são responsabilidade do Governo da República não saíram do papel, eis que vemos essas mesmas medidas novamente inscritas no OE.

  • Na escolha que se coloca entre potenciar o setor público para que os seus proveitos sejam utilizados na construção de uma sociedade mais coesa e menos desigual, ou utilizar o património público para enriquecer uma meia dúzia, o PS/Açores escolheu, mais uma vez, o lado dos poderosos.