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Intervenções:

Opinião:

  • Exige-se uma solução que garanta, no imediato o apoio de intérprete de LGP aos alunos Surdos da EBI de Arrifes e proteja os direitos laborais das intérpretes. Entretanto é preciso que na EBI dos Arrifes e em todas as escolas com alunos Surdas da região sejam abertos os concursos para contratação sem termo.

  • Num ano em que os assassinatos de mulheres voltaram a subir no país, consequência mais extrema de um problema com raízes profundas e amplamente disseminadas, a luta feminista desta semana é mais importante que nunca.

  • O Partido Socialista recentemente propôs que os dados referentes à remuneração dos deputados/as, entre várias outras informações, sejam divulgados de forma individualizada no site do parlamento, proposta que teve aprovação unânime. É preciso que existe a mesma unanimidade no que respeita ao escrutínio das PPP.

  • Não há cheque ou convenção com privados que substitua o investimento público necessário para que haja um Serviço Regional de Saúde forte e que chegue a toda a gente!

  • Ninguém pode fechar os olhos aos atropelos laborais que se estão a cometer na RTP e ao precedente que se abre com esta decisão. Chega-se ao cúmulo de a administração admitir que comete atos ilegais só para atacar os seus trabalhadores!

  • Nas águas do areal de Santa Bárbara queremos ver surfistas e não peixe em decomposição.

  • A mineração, que a Partex e tantos outros tanto desejam que avance a toda a força e já, é o lucro fácil, imediato e potencialmente danoso para o ambiente e para outras atividades ligadas ao mar. O que faremos com o nosso mar e como o iremos gerir é por isso uma escolha fundamental para o nosso desenvolvimento.

  • Viver hoje em dia com 630€ brutos é estar em grande risco de pobreza ou mesmo em situação de pobreza, principalmente quando se tratam de famílias monoparentais ou numerosas.

  • Desde 2004 que o Bloco de Esquerda aponta o mar como grande oportunidade para o desenvolvimento dos Açores.

  • Esta Europa, com a casa a arder, só se lembra de atirar mais achas para a fogueira. Ignorar assim, ostensivamente, os problemas das pessoas é o que cria Bolsonaros, Orbans e afins.