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Intervenções:

Opinião:

  • Numa crise que afeta quase toda a economia como um tsunami é preciso que ninguém, nem nenhum setor, fique desprotegido.

  • Todas as atenções de todas e todos nós estão centradas na resposta à pandemia e à crise. É por isso que o Bloco tem vindo a defender que o trabalho do parlamento se centre nessa resposta. Não tem sido essa a vontade da maioria que entende que o restante trabalho deve continuar, como se nada se passasse.

  • No dia seguinte após ganharmos esta guerra - que vamos ganhar sem margem para dúvida - será preciso reconstruir a nossa economia de modo a que, depois da crise de saúde pública, não se junte uma prolongada crise social e económica.

  • Em vez de tentarem demonstrar em que é que diferem um do outro no seu projeto político para a Região, PS e PSD entretêm-se com a sua principal divergência, que parece ser o tempo de governação.

  • É imperativo combater o vírus da indiferença! Os povos da Europa não podem ficar em silêncio quando os direitos humanos se compram e vendem e são meras armas de arremesso no xadrez da política internacional.

  • Foram várias as iniciativas que, ao longo da atual legislatura, o Bloco de Esquerda apresentou com o intuito de combater a precariedade. Uma das mais significativas foi a adaptação à região do PREPVAP, programa especial de integração de trabalhadores precários na administração pública.

  • A despenalização da morte assistida diz respeito a um direito individual e que em nada afeta a vida ou os direitos dos outros. Trata-se de garantir um direito, que como direito que é, pode ou não ser exercido, mas que é garantido a quem o queira exercer.

  • Os trabalhadores ao abrigo de programas ocupacionais saíram à rua e disserem o que queriam: emprego estável, com direitos. O Bloco esteve com eles como sempre tem estado, na defesa da sua integração nos quadros.

  • Oxalá esteja enganado, mas penso até que não existe sequer qualquer intenção de construir novo EP em São Miguel na atual legislatura

  • Mostra-nos a experiência que quando a vontade política não impera, os interesses prevalecem. No caso do nosso fundo marinho e do aproveitamento das suas potencialidades esses interesses são abundantes.