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Opinião:

  • Para acabar com a discriminação, exige-se que a Região, nos serviços da sua responsabilidade, crie mecanismos que permitam eliminar as barreiras que limitam o acesso da pessoa Surda aos serviços públicos.

  • O Governo Regional, quando é para benefício dos trabalhadores, como seria a aplicação do PREVPAP, não “importa” legislação nacional; quando a criação de soluções próprias, fazendo uso dos poderes autonómicos, pode ser usada para benefício dos trabalhadores, como seria uma negociação com os professores para repor aquilo que é deles, o governo já prefere “importar” decisões! São duas posições contraditórias do mesmo governo com um traço em comum: ambas são tomadas contra os trabalhadores!

  • Não é preciso recuar aos horrores da segunda guerra mundial para perceber como ascendeu a extrema-direita ao poder. Está a acontecer, à nossa frente. As violações dos direitos humanos cometidas com cada vez mais desfaçatez, entram todos os dias nas nossas casas. Em cada vez mais lugares, a extrema-direita deixa de disfarçar ao que vem.

  • O silêncio ensurdecedor e a inação do Governo Regional, que assiste de braços cruzados a este despejo em massa, que tem o potencial de gerar enormes problemas sociais, de desenraizamento e de ausência de resposta habitacional perante tão grande número de pessoas que podem necessitar de realojamento, é sinal de uma profunda insensibilidade social e de falta de coragem para enfrentar os interesses dos mais fortes na defesa de quem se vê em risco de ficar sem casa.

  • Valorizar a autonomia é fazer uso dela, indo até onde ela permite a cada momento através do instrumento que é a democracia. E nesta fase, o mar é uma área onde a autonomia ainda não chegou totalmente.

  • A melhoria do Subsídio Social de Mobilidade é de facto necessária. Mas aquilo que o Governo da República se prepara para fazer não é melhorar o subsídio, é atirar a 'batata quente' para as regiões autónomas.

  • O vice-presidente do Governo Regional, durante a discussão do orçamento da região para 2017, afirmou que bastava um 'clique' para ter obter a informação sobre os vínculos dos trabalhadores da administração pública regional. Parece que agora, quando é para devolver salário aos trabalhadores, o “clique” do sr. vice-presidente emperrou.

  • PS, PSD e CDS criticam a redução de verbas no orçamento da União Europeia destinadas à coesão e à agricultura, mas apoiam a criação de um exército europeu, que terá um custo de 27 mil milhões de euros, e que é a principal causa desta redução de verbas para políticas fundamentais para Portugal e para os Açores.

  • No que diz respeito às suas responsabilidades para com os Açores, o Governo da República do PS tem ficado muito aquém do que poderia fazer crer o seu discurso. A um ano e meio de terminar o mandato, as questões centrais para os Açores arrastam-se penosamente, sem solução à vista.

  • PS, PSD e CDS, todos eles autointitulados “pais” da liberalização, agora fingem que não tiveram nada a ver com o assunto e assumem-se preocupados com os cancelamentos dos voos da TAP.