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Intervenções:

Opinião:

  • Na escolha que se coloca entre potenciar o setor público para que os seus proveitos sejam utilizados na construção de uma sociedade mais coesa e menos desigual, ou utilizar o património público para enriquecer uma meia dúzia, o PS/Açores escolheu, mais uma vez, o lado dos poderosos.

  • Não quero crer que uma decisão definitiva sobre o porto espacial de Santa Maria será tomada sem um rigoroso, transparente e participado processo de avaliação dos impactos deste projeto: um estudo de impacto ambiental estratégico que tenha em conta não só os impactos ambientais mas também os impactos sociais e económicos.

  • Cada proposta apresentada e cada decisão reflete opções políticas. Estamos cá para ver se a proposta de orçamento de 2019 contém medidas concretas de combate à precariedade e à pobreza ou se as preocupações do Governo são apenas retórica.

  • As propostas apresentadas por Vasco Cordeiro no congresso do PS pretendem claramente reforçar o poder do presidente do governo regional e desvalorizar o parlamento.

  • A proteção do ambiente só vigora enquanto os valores mais altos do PS e dos grandes grupos económicos não se levantam. A política ambiental do governo regional caminha também ela para uma manobra de marketing turístico.

  • É inacreditável que, quando se detetam tantas lacunas nos serviços públicos, o Governo se comprometa em gastar mais na Defesa.

  • O Bloco de Esquerda tem uma posição única entre os partidos políticos nos Açores no que respeita ao mar. Já apresentamos uma anteproposta de lei na ALRAA para alterar a atual legislação sobre o mar, para que sejam os Açores a decidir sobre o mar que o rodeia. Pela voz do Pedro Filipe Soares e da Catarina Martins ficaram os açorianos/as com a certeza que o Bloco defende, nos Açores e em Lisboa, que o mar dos Açores deve ser gerido pelos Açorianos/as.

  • Para acabar com a discriminação, exige-se que a Região, nos serviços da sua responsabilidade, crie mecanismos que permitam eliminar as barreiras que limitam o acesso da pessoa Surda aos serviços públicos.

  • O Governo Regional, quando é para benefício dos trabalhadores, como seria a aplicação do PREVPAP, não “importa” legislação nacional; quando a criação de soluções próprias, fazendo uso dos poderes autonómicos, pode ser usada para benefício dos trabalhadores, como seria uma negociação com os professores para repor aquilo que é deles, o governo já prefere “importar” decisões! São duas posições contraditórias do mesmo governo com um traço em comum: ambas são tomadas contra os trabalhadores!

  • Não é preciso recuar aos horrores da segunda guerra mundial para perceber como ascendeu a extrema-direita ao poder. Está a acontecer, à nossa frente. As violações dos direitos humanos cometidas com cada vez mais desfaçatez, entram todos os dias nas nossas casas. Em cada vez mais lugares, a extrema-direita deixa de disfarçar ao que vem.