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Intervenções:

Opinião:

  • Depois das recentes declarações de António Costa sobre o subsídio social de mobilidade, fica claro que um voto no PS nos Açores é sinónimo de machadada no nosso direito à mobilidade.

  • O deputado do PSD na Assembleia da República, António Ventura, e o Governo Regional dos Açores, do PS, mostram-se preocupados com o acordo de comércio livre entre a UE e o Mercosul. Mas é preciso lembrar que os mesmos PS e PSD, têm votado favoravelmente os diversos acordos de comércio livre da UE...

  • A Reserva Agrícola Regional protege as áreas de maior aptidão agrícola de todas as ações que diminuam ou destruam as suas potencialidades agrícolas. Mas o Governo Regional acaba de abrir esta reserva aos grandes apetites económicos que nada têm a ver com a agricultura.

  • Quem paga os “brilharetes” de Centeno são os serviços públicos, são as pessoas.

  • Que sentido faz “moderar” o acesso a exames prescritos, por exemplo, pelos médicos de família ou a consultas de especialidade para onde um utente é encaminhado por um profissional de saúde do Serviço Regional de Saúde? As taxas moderadoras constituem copagamentos encapotados.

  • Não há dúvidas de que o crescimento do setor privado da saúde tem sido prejudicial para o Serviço Nacional de Saúde e para o Serviço Regional de Saúde. Só o Governo Regional não o vê, ou não quer ver.

  • Os compromissos do Governo da República com os Açores são uma mão cheia de nada. O Governo Regional e o Partido Socialista nos Açores têm consciência disso mesmo. É por isso que o lema “Os Açores Primeiro” deu lugar ao silêncio do Partido Socialista e do Governo Regional.

  • Daqui até outubro há por isso muito a fazer e a decidir. E é, fundamentalmente, à esquerda que se decide o caminho a seguir.

  • A Alexandra Manes fez uma grande campanha, cheia de convicção! O Bloco de Esquerda cumpriu de forma exemplar o seu papel nestas eleições. Falou dos grandes problemas que atravessamos, no âmbito europeu, nacional e regional. Apresentamos as nossas propostas e falamos da vida real das pessoas.

  • Durante o período da crise financeira a expressão “vivemos acima das nossas possibilidades” tornou-se o mantra repetido pelo poder económico que a direita agarrou para chegar ao poder em 2011. É cada vez mais claro que quem viveu acima das nossas possibilidades foi esse mesmo poder económico e financeiro.