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Intervenções:

  • As pessoas, em geral, não dão a cara pelo Bloco, mas querem que o Bloco dê a cara por elas. O medo e o receio estão impregnados nas consciências dos cidadãos e das cidadãs.

    O poder corrompe-se com o tempo, torna-se monolítico, defensor do pensamento único e de verdades ditas absolutas e deseja cada mais perpetuar-se no controle das pessoas.

Opinião:

  • Em Rabo de Peixe, não raras vezes, é tudo para os abastados e para os pobres nada resta.

  • Agora as responsabilidades são acrescidas, temos de ser realistas, não embandeirar em arco, mas com humildade, continuarmos a trabalhar em prol do Bloco e do nosso povo.

  • Atualmente, a limpeza das ruas de Rabo de Peixe, nomeadamente das zonas problemáticas foi desleixada e secundarizada, agravando sobremaneira o ambiente para quem circula e respira nesta terra.

  • É uma realidade inegável a relação por vezes promíscua entre a política partidária e o futebol, cuja existência neste concelho da Ribeira Grande é por demais evidente.

  • Rabo de Peixe precisa de mais investimento nas pessoas e em infraestruturas, algumas já construídas e outras com urgência de se conceber, designadamente fazer uma esquadra nova de raiz para a Polícia de Segurança Pública, como igualmente um novo centro de saúde.

  • A Vila de Rabo de Peixe precisa menos de dádiva e mais investimento nas capacidades e potencialidades das pessoas. Apostar mais nelas, nem tanto na esmola de cimento, areia e blocos para remendos.

  • Após um ano de mandato do novo e há muito velho PSD, a nova dinâmica esperada jamais apareceu e o balanço é claramente negativo.

  • As festas na sua essência, têm a sua importância, são necessárias para a distração e lazer das pessoas. Contudo, temos de reconhecer o aspeto negativo da alienação, com o qual perde-se a consciência ou secundariza-se a realidade que nos rodeia no quotidiano.

  • A solução foi dada por Marx, “proletários de todo o mundo, uni-vos”. De facto, quando se mencionar lutas sociais, não se deve omitir ninguém. Pelo contrário, deve-se inquestionavelmente estar também solidário com os trabalhadores da privada, cujo potencial é enorme.

  • É indesmentível que nas novas Scut para o Nordeste, a saída para as freguesias de São Brás e Maia está mal concebida, pelo grande desvio que obriga aos condutores. É preciso criar consenso entre os vários intervinientes para resolver o problema.