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Opinião:

  • O que a direita portuguesa quer é uma ditadura – único regime em que é capaz de governar – onde nada se discute e tudo são certezas. Não se discutem as ordens da “troika”. Não se discute a natureza da dívida. Não se discute a austeridade. Destroem-se postos de trabalho, mas continua-se a panaceia demagógica à volta da necessidade de trabalhar.

  • O Plano e Orçamento idealizado pelo Governo Regional do PS para os Açores, pouco, ou nada, o distingue do Governo da República PSD/CDS.

  • Logicamente se espera que a sede da empresa de transportes resultante da previsível fusão entre a Transmaçor e Atlanticoline seja no Faial, como também toda a logística operacional e administração estejam sedeadas nesta mesma Ilha.

  • Se há quem, no governo, queira vaticinar ao esquecimento o significado da República, terá de haver, no Povo, quem não o deixe.

  • Cavaco, fiel representante político das aspirações da direita, alienou as suas responsabilidades de Presidente da República, trocando-as pelas funções modernas de Bobo da Corte, funcionário político dos interesses especulativos.

  • Para nossa infelicidade, somos governados por bobos oportunistas e lobos habilidosos que tentam fazer passar-se por políticos hábeis e com sentido de oportunidade.

  • Está em perigo eminente a sobrevivência da nossa Região tal qual a concebemos e gostamos de ver e sentir, porque se contaminarmos os nossos solos, permitindo o monopólio das culturas a partir de sementes estranhamente manipuladas, estaremos a pactuar com a nossa própria colonização e a pôr em risco a nossa saúde.

  • Este governo de direita revanchista é a “testa de ferro” da vingança que os donos de Portugal juraram infligir ao Povo português por este ter ousado pôr em causa o seu domínio absoluto.

  • Perante a declaração irrevogável do Tribunal Constitucional relativamente à reincidência do saque que o Governo do PSD/CDS, na República, escandalosamente se preparava para repetir no Orçamento do Estado para 2013, o Dr. Vasco Cordeiro vem, apressadamente, dizer que o “Governo dos Açores pagará com gosto mais um subsídio”. Justifica-se, de forma enganosamente deliberada, não o ter feito antes, dizendo que “não tinha poderes, ao abrigo da autonomia, para ir em sentido diverso”, quando sabe perfeitamente que os tinha e que o governo anterior de que fez parte o admitiu.

  • A tática deste governo é a tática da incompetência. A culpa é de todos, menos sua; tenta impor-se pela intimidação; a Lei Fundamental não é para ser cumprida, é para ser adaptada às circunstâncias e vontades do momento; nunca há alternativa às suas opções.