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Opinião:

  • Aberrante, injusto e sórdido é assistirmos a instituições que face à falta de trabalhadores são incentivadas, oficiosamente, pela Região, a recorrem a programas ocupacionais para preencher necessidades permanentes.

  • Há que impor aos EUA a responsabilidade pela limpeza da «pegada ambiental» deixada pela atividade militar, ou acessória desta. Não é admissível deixar tudo no recato da diplomacia, o que por outras palavras significa manter uma postura subserviente expressa numa gestão de silêncios e omissões para cair nas boas graças dos EUA.

  • Se é verdade que o futuro do setor depende de vacas felizes, não deixa de ser menos verdade de que também depende de produtores e trabalhadores felizes.

  • É certo que o relatório da dívida encerra um conjunto de medidas e princípios que não correspondem, na integra, àquelas que são as soluções defendidas pelo BE, mas conseguem ter o mérito de colocar o PS a discutir outros caminhos para fazer face à dívida, que não passam pelo «beco sem saída» das metas do Tratado Orçamental.

  • Numa altura em que o poluidor não se compromete sequer com um calendário para desenvolver os trabalhos de descontaminação, o PSD entende que importa renovar os votos de dedicação e devoção para com o poluidor. Motivo para questionarmos o PSD sobre o que vale mais: Se uma relação imperturbável com os EUA, ou a saúde pública dos terceirenses?

  • A questão dos transportes coletivos está longe de ser algo de somenos importância, reduzida ao transporte escolar e como transporte associado a determinados meios sociais, deve ir para além disso, e tem um potencial enorme para devolver a cidade e as freguesias às pessoas, com impacto no turismo.

  • Os açorianos/as, e os/as terceirenses, em particular, terão de começar a fazer escolhas conscientes sobre o futuro que pretendem para a sua terra. Se o mais importante é garantir a sustentabilidade ambiental e a saúde pública da ilha ou pagarmos uma quota elevadíssima para continuarmos a pertencer à NATO, segundo as novas exigências de Trump?

  • À margem do mega-encontro internacional que recebemos, confirmou-se, mais uma vez, o que há muito tempo tem sido mais do que evidente: Devin Nunes – acérrimo defensor das políticas Trump – vincou que é inaceitável qualquer presença estrangeira na base das Lajes.

  • Com a nossa proposta não impomos um regime alimentar, procuramos diversificar e incluir quem opta por uma dieta vegetariana, e oferecemos mais uma opção para todos aqueles que não sendo vegetarianos gostariam de diversificar a sua alimentação, numa lógica complementar relativamente à oferta atual.

  • António Ventura, tal como o seu líder nacional – Pedro Passos Coelho – está sempre à espera da vinda do «diabo» ou, por outras palavras, da geringonça vir a desengonçar-se pelas 1001 desgraças originadas pelo alívio da austeridade que afligiu os portugueses. Há, portanto, um desejo latente de que estas novas políticas deem para o torto, e que o poder retorne ao PSD.