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Opinião:

  • O BE/A não aceita que a Região fique sem o controlo sobre a SATA, que é fundamental para a mobilidade dos Açorianos.

  • O Governo Regional apresentou o Plano e Orçamento para o ano de 2018, sob o lema “Novo Ciclo”. Lema demasiado fantasioso porque nada nestes documentos condiz com esta consigna. Pelo contrário, tudo é velho e cheira a mofo.

  • De quando em vez, ou o Presidente ou o Vice-Presidente do Governo Regional aparecem a anunciar um projecto de envergadura para o futuro dos Açores, daqueles capazes de projectarem economicamente a Região. Contudo, após a pompa dos referidos anúncios, nada se concretiza e estes acabam, rapidamente, apagados do discurso oficial

  • No que diz respeito à segurança, os Açores têm tudo a ganhar se largarem as empreitadas militares e pensarem na sua economia.

  • Espero que, em próxima visita, o Presidente da República não se limite a repetir o discurso da última, da penúltima, da antepenúltima…

  • O Estado falhou. É um facto! Meus senhores e minhas senhoras que governaram este país desde longo tempo: tenham vergonha.

  • Sinto um imenso arrepio na espinha e um incontrolável impulso para o vómito, quando me dou conta que ao senhor Neto de Moura e à dona Maria Luisa Abrantes compete administrar a justiça em nome do povo português e, portanto, em meu nome também.

  •  Já ninguém duvida de que a construção da central de incineração em São Miguel é, descaradamente, um caso de negócio, de um grande negócio, só não sabemos para quem...

  • Sendo o turismo fortemente apoiado pelo dinheiro de todos/as nós, não seria correcto e justo que a sociedade exigisse destes empresários que, no mínimo, fossem obrigados a ter, nos seus quadros, 75% de contratos permanentes, como o BE/A defende?

  • Tal como prometi, no artigo da semana passada, volto ao tema da Unidade de Saúde da Ilha do Pico…e suas sequelas.