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Opinião:

  • O Governo já concertou posições com o patronato, os trabalhadores e trabalhadoras é que não viram nada de concreto! É o costume, governo e patrões alinhados e os trabalhadores desalinhados.

  • 2557 dias trabalhados só podem significar 2557 dias contados, nas vidas e nas carreiras dos/as professores/as!

  • Nos  últimos tempos, temos assistido a cenas políticas pouco dignificantes, e nada éticas, por parte do Governo da República.

  • Não estamos só a falar de descriminação, ou de desigualdade, ou de menorização do trabalho feminino: Não, não! No caso das trabalhadoras da Cofaco, estamos é mesmo a falar de EX-PLO-RA-ÇÃO laboral, pura e dura!

  • O presidente do Governo Regional diz que "só em parceria, com uma aliança de vontades, é que será possível vencer os desafios que temos à nossa frente e levar os Açores por diante”, mas o fosso entre o seu discurso e a sua prática política é enorme.

  • A cerca de 15 meses do fim da legislatura, continua a haver muitas promessas do Governo da República por cumprir nos Açores. Com amigos destes...

  • A tão propalada propaganda de que a UE é o garante da coesão e do desenvolvimento harmoniosa dos povos europeus, não passa disso mesmo: mera propaganda, para enganar os povos.

  • Não deixou de ser estranha a ausência do Presidente do Governo Regional na assinatura do acordo para implementação dos contratos de trabalho na pesca. Será que Vasco Cordeiro preferiu não ficar associado a uma cerimónia que endeusa a quantia de 150 euros, como salário mensal garantido?!

  • Falta coragem e vontade política da Secretaria Regional da Educação para dar força e reconhecimento ao projecto Novas Rotas, que propõe a implementação, na escola pública, de uma via para a criação de um espaço inovador e alternativo.

  • Tudo indica que o Governo Regional está decidido a tornar serviços públicos essenciais em núcleo de negócios e de lucro líquido garantido para alguns sectores empresariais, em detrimento do interesse público.