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Opinião:

  • Sendo o turismo fortemente apoiado pelo dinheiro de todos/as nós, não seria correcto e justo que a sociedade exigisse destes empresários que, no mínimo, fossem obrigados a ter, nos seus quadros, 75% de contratos permanentes, como o BE/A defende?

  • Tal como prometi, no artigo da semana passada, volto ao tema da Unidade de Saúde da Ilha do Pico…e suas sequelas.

  • ...descobrem-se as verdades. Neste caso sobre a situação da Unidade de Saúde da Ilha do Pico, que tem marcado a atualidade política nos Açores.

  • É uma vergonha que o Governo Regional utilize as carências daqueles e daquelas que menos têm para jogo político do partido do poder.

  • Faltam-me as palavras para descrever o último dia do Plenário de Junho! Contudo, há uma que é bem capaz de resumir o ocorrido – “sectarismo”.

  • Há motivos de sobra para que o Partido Socialista se penitencie por, ao longo dos últimos anos, não ter tomado medidas mais corajosas, no combate ao desemprego, muitas delas propostas pelo Bloco de Esquerda e sempre chumbadas pela maioria.

  • É com a máxima clareza, coragem, responsabilidade e competência que queremos “Sublinhar Ponta Delgada”!

  • Quando ouvimos o Presidente da República dizer que, relativamente a alguns dos graves problemas que os Açores enfrentam, é necessário agir com “recato e bom senso” – que é, como quem diz, ‘em segredo e sem fazer ondas’ -, desconfiamos bem que o seu e o nosso conceito de “democracia participada e activa” não são convergentes.

  • A Comissão Europeia recomendou a saída de Portugal do Procedimento por Défice Excessivo. O vice-presidente do Governo Regional veio logo dizer que os Açores devem beneficiar desta situação pelo contributo que deram para alcançar a consolidação orçamental. Mas este discurso não bate certo com o chumbo do PS, no último plenário, à proposta do BE para repor a Lei de Finanças Regionais de 2010, que devolve aos Açores os 60 milhões de euros anuais que foram retirados com a atual LFR.

  • É preciso não esquecer que trabalham quase 200 pessoas na Cofaco da Madalena do Pico. Se se concretizar a deslocalização para São Miguel estamos a falar de uma profunda quebra na economia da ilha e do Triângulo. Estamos a falar de mais um importante golpe na coesão social e territorial da nossa Região.