Author Bios

Opinião:

  • A tão propalada propaganda de que a UE é o garante da coesão e do desenvolvimento harmoniosa dos povos europeus, não passa disso mesmo: mera propaganda, para enganar os povos.

  • Não deixou de ser estranha a ausência do Presidente do Governo Regional na assinatura do acordo para implementação dos contratos de trabalho na pesca. Será que Vasco Cordeiro preferiu não ficar associado a uma cerimónia que endeusa a quantia de 150 euros, como salário mensal garantido?!

  • Falta coragem e vontade política da Secretaria Regional da Educação para dar força e reconhecimento ao projecto Novas Rotas, que propõe a implementação, na escola pública, de uma via para a criação de um espaço inovador e alternativo.

  • Tudo indica que o Governo Regional está decidido a tornar serviços públicos essenciais em núcleo de negócios e de lucro líquido garantido para alguns sectores empresariais, em detrimento do interesse público.

  • Na chamada “Grande Reforma”, não se vislumbra um caminho de futuro para o setor industrial.

  • Ao meter no mesmo saco empresas como a SATA, a Controlauto, a Santa Catarina e a Norma-Açores, o Governo Regional tentou impedir a discussão do que representa cada uma delas para a Região, mascarando desta forma as suas reais intenções.

  • Ao contrário do que se quer fazer pensar, os fundos estruturais não são uma dádiva dos países ricos. São antes, na sua essência, compensações devidas aos países menos desenvolvidos, pelo peso dos fatores penalizadores das suas economias, atendendo à sua participação, num espaço económico comum e, mais ainda, nos países da zona euro.

  • Porque vai o Governo Regional injectar milhões de euros num (dois?!) hospital privado, ao invés de o aplicar na melhoria do Sistema Regional de Saúde? É que se o dinheiro é nosso – e é! -, a prioridade deveria ser aplicá-lo naquilo que nos serve a todos/as, de forma universal e “tendencialmente” gratuita.

  • A tão propalada EUROPA - da coesão económica e social e do desenvolvimento sustentado - não tem sido uma realidade. Bem pelo contrário: aquilo a que temos assistido é ao acelerar das desigualdades, seja no quadro dos diversos países, seja entre países pobres e países ricos.

  • A compra da Sinaga pelo Governo Regional foi um negócio para amigos, obviamente. Os anteriores proprietários arrecadaram 800 mil euros, em dinheiro fresco e livraram-se do passivo que, num ápice, passou para a responsabilidade pública.