Author Bios

Opinião:

  • Há motivos de sobra para que o Partido Socialista se penitencie por, ao longo dos últimos anos, não ter tomado medidas mais corajosas, no combate ao desemprego, muitas delas propostas pelo Bloco de Esquerda e sempre chumbadas pela maioria.

  • É com a máxima clareza, coragem, responsabilidade e competência que queremos “Sublinhar Ponta Delgada”!

  • Quando ouvimos o Presidente da República dizer que, relativamente a alguns dos graves problemas que os Açores enfrentam, é necessário agir com “recato e bom senso” – que é, como quem diz, ‘em segredo e sem fazer ondas’ -, desconfiamos bem que o seu e o nosso conceito de “democracia participada e activa” não são convergentes.

  • A Comissão Europeia recomendou a saída de Portugal do Procedimento por Défice Excessivo. O vice-presidente do Governo Regional veio logo dizer que os Açores devem beneficiar desta situação pelo contributo que deram para alcançar a consolidação orçamental. Mas este discurso não bate certo com o chumbo do PS, no último plenário, à proposta do BE para repor a Lei de Finanças Regionais de 2010, que devolve aos Açores os 60 milhões de euros anuais que foram retirados com a atual LFR.

  • É preciso não esquecer que trabalham quase 200 pessoas na Cofaco da Madalena do Pico. Se se concretizar a deslocalização para São Miguel estamos a falar de uma profunda quebra na economia da ilha e do Triângulo. Estamos a falar de mais um importante golpe na coesão social e territorial da nossa Região.

  • Vale a pena fazermos uma abreviada história dos trambolhões, das ilusões e até das alucinações (para não lhe chamar ‘mentira’, pura e dura) presentes, no processo de instalação de um centro internacional de investigação, na nossa Região.

  • A sério: - se pararmos um minuto para pensarmos em todos os episódios deste processo, ao longo dos últimos anos, ficamos boquiabertos/as com tanta e tamanha incoerência, ilusionismo, cumplicidades e desfaçatez, numa história muito mal contada…

     

  • A mesma pessoa aceita  responder e refere a sua orientação de voto, o qual, por acaso, não se inclinava, nem para o Partido Socialista, nem para o Partido Social Democrata, conforme induzia a pergunta. (...) Perante a indignação da pessoa em causa, foi-lhe dito que se tratava da supervisão do estudo de opinião e  - pasme-se! - pediram -lhe  a identificação!

  • Demorei algum tempo reflectindo se estávamos perante uma mudança de posição do Governo Regional, ou perante mais uma manobra de propaganda. Depressa o meu entusiasmo inicial foi esmorecendo e concluí que, lamentavelmente, era ‘mais do mesmo’.

  • Portanto, o estado da arte é esta: consumir cannabis não é crime, mas comprar e vender ou, simplesmente, cultivar, já o é! A incongruência desta norma é, por demais, evidente. Ou seja, a descriminalização foi um passo importante mas, olhada a realidade com olhos de ver, não chega.