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Opinião:

  • Continuamos sem saber qual a posição do presidente do Governo Regional sobre as alterações que António Costa quer introduzir no subsídio social de mobilidade. Vai aceitar que os Açores fiquem com uma verba mitigada para encargos futuros, sabendo que o dinheiro não estica? Vai aceitar que o Estado central fuja às suas responsabilidades?

  • A luta de mais de dois séculos pela Autonomia Açoriana permite-nos entender, de forma profunda, as reivindicações do povo Catalão.

  • Eu não esqueço que António Costa (e não só), quando vem aos Açores, enche a boca com proclamações de amor à Autonomia mas, na prática e no que diz respeito à vida concreta das pessoas, não só a menoriza, como a negligencia.

  • Eu não me lembro de ouvir António Costa usar as expressões “ruinoso” e “absurdo”, aquando da constatação oficial de que todos/as nós entregámos ao nosso sistema financeiro 25 mil milhões de euros, nos últimos anos.

  • A democracia (na sua forma e conteúdo) está enfraquecida, desacreditada, débil e, também por isso, com uma perigosa incapacidade de atracção, em favor de alternativas bestialmente ditatoriais e até mesmo profundamente insanas.

  • A dignificação da mulher e o combate à violência doméstica devia começar por aqui: retirar do lar o agressor e criar para eles casas-abrigo, ao invés de serem as mulheres a sair de casa, com filhos/as e a roupa que têm no corpo.

  • Sinto um vómito – “literalmente” falando -, profundo e sonoro, quando assisto (mais uma vez, a partir dos Açores) à saga das golas inflamáveis (que, afinal não são inflamáveis mas que perfuram, quando sujeitas a fogo), à trapalhada de um kit que era suposto ser “de autoprotecção contra os incêndios” e acabou por ser “pedagógico para as populações que fogem do fogo”, ao pedido de interpretação e aferimento da constitucionalidade de uma lei que existe há 24 anos mas que nunca foi aplicada.

  • Ao longo da História, a Besta tem assumido geografias, nacionalidades e contextos diversos. Porém, é frequentemente legitimidade pelos votos de uma maioria piedosa que procura ser salva…de quem e de quê, afinal?

  • Uma análise aos resultados da abstenção.

  • Num exercício de síntese (certamente, incompleto e, quiçá, injusto), permitam-me recuperar alguns acontecimentos que - sem que disso tivesse dado nota pública -, marcaram ‘The End’ da minha actividade  partidária e parlamentar.