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BE quer saber se Governo vai manter três administradores para 26 trabalhadores na SINAGA

Atualmente a SINAGA tem três administradores executivos e apenas 26 trabalhadores. Ou seja, um rácio de 9 trabalhadores para cada administrador. O BE considera incompreensível que uma empresa pública que reduziu drasticamente o número de trabalhadores e a sua atividade, não tenha também uma redução nos elementos da administração.

Perante a recente redução de 70 trabalhadores para apenas 26, e tendo em conta que a SINAGA deixou de produzir açúcar e vai apenas fazer o empacotamento, o Bloco de Esquerda quer saber se o Governo Regional vai manter os atuais três administradores executivos – que representam um custo anual de 163 mil euros.

Num requerimento enviado hoje ao Governo Regional, o deputado António Lima exige que, caso o Governo opte por manter os atuais três administradores, sejam revelados os critérios de gestão que justificam esta decisão.

O Bloco quer também ter acesso ao estudo de viabilidade económica que sustenta a decisão do Governo Regional de limitar a atividade da SINAGA apenas ao empacotamento de açúcar.

Recorde-se que, recentemente, 30 trabalhadores da SINAGA iniciaram funções em serviços da administração regional, através de um contrato de cedência de interesse público. A estes 30 trabalhadores iriam juntar-se outros 11.