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BE saúda implementação de medidas propostas ao Governo Regional

O Bloco de Esquerda afirma o seu empenho na colaboração com o Governo Regional para combater a epidemia e defender a economia e o emprego, e congratula-se pelo facto de várias medidas apresentadas ao Governo Regional terem sido imediatamente colocadas em prática, nomeadamente a gratuidade da linha Saúde Açores, a suspensão do pagamento de mensalidades de creches e jardins-de-infância, e a suspensão temporária de cortes de eletricidade.

[Ler comunicado da reunião de Comissão Coordenadora Regional na íntegra]

Em comunicado, a Comissão Coordenadora Regional do BE, que reuniu ontem à noite por video-conferência, registou com satisfação a abertura do Governo Regional para o estabelecimento de um canal aberto entre a Presidência do Governo e os partidos da oposição para troca de informação e de opiniões.

Num momento que exige “bom-senso e a colocação do bem-comum acima de tudo”, colocando a defesa da saúde coletiva e defesa da coesão social em primeiro lugar, o Bloco de Esquerda fez chegar ao Governo Regional as seguintes propostas de medidas a serem colocadas em prática: a clarificação da forma de resposta do Serviço Regional de Saúde aos doentes crónicos e à obtenção de receitas médicas, a gratuitidade da linha Saúde Açores, articulação com as autarquias para garantir apoio à população em situação mais frágil, suspensão dos cortes de fornecimento de eletricidade e água, a suspensão do pagamento de creches e jardins-de-infância até à sua reabertura, assegurando os recursos para a subsistência destas instituições e do emprego que geram.

O BE espera que as medidas que ainda não foram implementadas, venham a ser em tempo próximo.

O Bloco de Esquerda enaltece “o espírito cívico que os açorianos e as açorianas estão a demonstrar, tal como tem acontecido em todo o país, na auto-responsabilização neste combate a um inimigo invisível”, e “expressa, de forma sentida, uma saudação a todos e todas aqueles e aquelas que, na linha da frente do Serviço Regional de Saúde, lutam pela nossa saúde, e também aos trabalhadores e às trabalhadoras da área da alimentação, forças de segurança, bombeiros, assim como de todos os serviços essenciais à coesão social”.