Assumem-se como contrapoder dedicado ao escrutínio de sistemas de opressão e recusam o mito da neutralidade, expondo abertamente as suas subjetividades. Num momento em que a generalidade dos media nos afoga em tolices e comentariado estupidificante, o Fumaça aposta na alternativa: fala de trabalho e precariedade, de migração, de saúde mental. Assim, o nome escolhido — invocando a frase “É apenas fumaça!”, proferida por Pinheiro de Azevedo em novembro de 1975 — cheira a provocação à concorrência.