Porque deixam os académicos de ser académicas durante um par de horas dentro de uma sala académica, se o assunto for de gestão? Como é possível que sociólogos, filósofos, historiadores, literatos, linguistas, arqueólogos, geógrafos, comunicólogos e documentalistas que lidam quotidianamente com questões políticas como relações de poder ou democracia nas suas investigações, se esqueçam de tudo isso no exato momento em que esse olhar permitiria transformar realmente o seu mundo?