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Intervenções:

  • Quantas manifestações de afeto homossexuais públicas já viu acontecer nos Açores? Quantas pessoas conhece como assumidamente homossexuais, bissexuais, intersexo ou transexuais? Poucas, arrisco-me a avançar. E no Faial são quase nenhumas. Será isto “normal”? Ou será apenas a manutenção de uma falsa aparência do que ainda é considerado como “normal”?

Opinião:

  • Em poucos meses, já foram aumentados limites anuais, foram dissolvidas as repartições trimestrais e andam a transferir-se quotas de ilha para ilha de espécies que são costeiras e que, portanto, as respetivas abundâncias devem ser controladas a nível local. 

  • Se os aspectos técnicos até parecem estar no bom caminho, é grave, muito grave, ter uma escola que se quer de referência nacional e internacional, sem um rumo pedagógico sólido, que faça sentido na realidade social da região.

  • Como iremos potenciar a nossa ciência se não franqueamos a participação aos cientistas da especialidade que trabalham na região? Como poderemos assim vir a ser líderes de projetos internacionais em vez de meros parceiros das agendas políticas e científicas dos outros países e dos poderes centralistas regional e nacional?

  • Assim como os açorianos o fizeram em todas as paragens para onde emigraram ao longo de décadas, qualquer um destes indivíduos representa um potencial transformador das sociedades em que se inserem, pois aquilo que experienciaram nos sítios onde já viveram acresce ao conhecimento dos que já cá estão e possibilita novas abordagens e soluções para os problemas locais.

  • Os faialenses e restantes açorianos querem saber quem assegurará as funções técnicas e pedagógicas do projeto da EMA, quando estará a escola reconhecida como estabelecimento de ensino e quando é que o investimento feito neste projeto dará frutos e se irão finalmente abrir as portas deste edifício para nele entrarem os primeiros alunos.

  • Quantas manifestações de afeto homossexuais públicas já viu acontecer nos Açores? Quantas pessoas conhece como assumidamente homossexuais, bissexuais, intersexo ou transexuais? Poucas, arrisco-me a avançar. Será isto “normal”? Ou será apenas a manutenção de uma falsa aparência do que ainda é considerado como “normal”?

  • O governo mudou mas as necessidades urgentes do porto da Horta e as expectativas dos seus utilizadores continuam exatamente no mesmo ponto e não se vislumbra horizonte para que alguém pegue nelas e as leve a porto, para utilizar na mesma frase duas metáforas fáceis mas tentadoras, dado o contexto.

  • Foi com alguma perplexidade que os agentes culturais do Triângulo se aperceberam de que a Câmara Municipal da Horta não se encontrava entre as entidades promotoras da candidatura de Ponta Delgada | Açores a Capital Europeia da Cultura 2027. 

  • Mas quando chegamos ao ponto em que certas coisas já não são só sussurradas, mas ditas, propagadas, e com letras garrafais… sendo mentiras ou preconceitos extremamente prejudiciais… é sinal de que há muita coisa que tem de ser mudada. Começando logo pela forma como falamos ou escrevemos sobre isso.

  • O BE considerou ser esta a altura ideal para, com pedido de urgência, se incluir nos estudos do LNEC uma auditoria técnica ao projeto e à construção do molhe norte do porto da Horta, e a apresentação das soluções técnicas necessárias para resolver os problemas de agitação marítima, incluindo eventuais modificações ao molhe em questão.