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Intervenções:

Opinião:

  • A democratização do espaço, tal como ela hoje é discutida, não passa de um disfarce neoliberal. Se é para os Açores terem um papel no futuro da exploração espacial, que saibam escolher estar do lado das pessoas.

  • A busca pelas nossas riquezas é algo que deve ser transversal a qualquer área e não só à vertente turística. Se queremos que os Açores sejam o paraíso sustentável e rico que todos ambicionamos, é preciso sermos ousados e desvendar os segredos aqui escondidos.

  • O Presidente do Governo Regional decide fechar os olhos e manter a confiança no Subsecretário, apesar de ter prometido uma mudança no cenário de tráfico de influências, de afirmar querer acabar com a clientela, reduzir cargos políticos e advogar transparência.

  • Agitam-se bandeiras sobre ideologia de género, como se não falássemos de pessoas de carne e osso que todos os dias veem a sua existência dificultada por uma sociedade que ainda não as conseguiu incluir dignamente.

  • Esta é uma altura do ano que serve para consciencializar e sensibilizar para a diferença e mostrar aos diferentes que existe um espaço para eles. Até porque, no fundo, acabamos por ser todos iguais. Pelo menos todos ambicionamos o mesmo: a aceitação.

  • Se queremos incentivar a uma cultura democrática, então as Associações de Estudantes são cruciais.

  • Um estudo encomendado pela Fundação Calouste Gulbenkian sobre as práticas culturais dos portugueses demonstra que é necessário mais investimento e vontade política para valorizar a cultura nos Açores.

  • Existe um potencial tremendo nos Açores em relação a diversas áreas de estudo, diversos setores económicos. É triste ver que os sucessivos Governos Regionais acabaram por fechar os olhos a tantas oportunidades.

  • E onde está o Presidente da República? Não houve qualquer problema em fazer chantagem com a esquerda parlamentar sobre a aprovação do Orçamento de Estado, mas sobre os Açores o que diz é que está confiante na passagem dos documentos. Portanto, se se tratar de um governo de direita, mesmo com os acordos de apoio parlamentar rasgados, a estabilidade é algo que surge naturalmente. 

  • Convenhamos: muita gente ou não tem o interesse ou não tem o tempo (infelizmente algo demasiado comum na nossa sociedade) para saber como funciona, com algum detalhe, a nossa democracia. De que serve andar-se a fazer considerações sobre o Orçamento de Estado se parte das pessoas não sabe bem o que é que se enquadra nele?