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Intervenções:

  • A democracia encontra-se em risco na Europa. As recentes vitórias de partidos de extrema-direita são prova disso. Trazem consigo a hegemonia, o conservadorismo, o domínio de instituições financeiras e políticas contrárias a coisas que deveriam ser tão simples como Direitos Humanos, pondo, assim, fim à ilusão de uma política progressista que os discursos desenhavam para a União Europeia.

Opinião:

  • Só ficava bem ao Governo Regional dos Açores passar das palavras aos atos, dando o exemplo à sociedade, acabando com a manutenção da discriminação de género nos apoios ao desporto que atribui anualmente.

  • A memória seletiva do deputado António Ventura: hoje critica os atrasos nos serviços dos CTT para os Açores, mas esquece-se que foi o último governo do PSD e CDS que privatizaram esta empresa pública estratégica que todos os anos tinha resultados positivos.

  • Se querem que “All Live Matters”, não se esqueçam de que o racismo mata, que a violência doméstica mata, e que está nas mãos de todos e todas nós travarmos uma batalha contra isso.

  • O PIB da Região tem aumentado, mas os Açores são a Região mais desigual do país. Voltamos à velha história: se uma pessoa comer um chocolate inteiro e a outra não comer nada. Estatisticamente, cada uma comeu meio chocolate.

  • A comemoração de datas internacionais tem um propósito: alcançar a consciencialização que tarda.

  • Uma oposição construtiva não é aquela que facilita a aprovação das propostas, por facilitar. Uma oposição construtiva é aquela que se bate até ao fim pelo que tem mais significado e impacto positivo na sociedade.

  • Há quem, coberto de algodão doce e pés de lã, queira retirar direitos que foram conquistados com luta e suor.

  • Prevenir e combater a violência doméstica é tarefa para todo o país. Em tempos de isolamento, pede-se atenção redobrada das entidades públicas e de todos e todas nós.

  • O silêncio da Câmara de Angra do Heroísmo sobre medidas para apoiar os munícipes e as empresas do concelho é ensurdecedor e assustador. A esta altura seria expectável que, à semelhança de outras câmaras, se soubesse com que apoios os/as angrenses podem contar.

  • Os serviços públicos são cruciais em situações de crise. O que seria deste país se tudo tivesse sido privatizado? Mas, agora, até os liberais querem a intervenção do Estado na economia.