Opinião

Esta Europa, com a casa a arder, só se lembra de atirar mais achas para a fogueira. Ignorar assim, ostensivamente, os problemas das pessoas é o que cria Bolsonaros, Orbans e afins.

A educação em Portugal parece um quadro onde pinturas se sobrepõem, retoques são dados onde calha… Quando se vai a ver, a transfiguração e deformação é tanta, tanta, tanta, tanta, mas tanta que até a textura é intragável.

Adere ao Bloco

Destaque

O Bloco de Esquerda é o único partido que tem uma posição clara e inequívoca – na Região e na República – de defesa dos interesses dos Açores no que diz respeito à gestão do mar e dos seus recursos. A proposta de alteração do BE/Açores à Lei do Mar que vai ser votada esta semana no parlamento regional “tem o apoio inequívoco da direcção nacional do partido”, enquanto a proposta do Governo mereceu apenas posições contraditórias da ministra do Mar e o silêncio dos deputados do PS dos Açores na Assembleia da República, disse António Lima, líder do BE/Açores.

O Bloco de Esquerda acusa o Governo Regional de tentar fazer passar por novidade aquilo que já existia no sistema de empréstimo de manuais escolares, e considera que é possível tornar o sistema mais abrangente e mais justo, nomeadamente através do alargamento da cedência definitiva gratuita ao 3º e 4º anos de escolaridade, e do fim da caução como forma de evitar a atual dupla penalização que é aplicada em caso de incumprimento. O Bloco vai voltar a apresentar estas propostas no parlamento.

Notícias

O Bloco de Esquerda acusa o Governo da República de preferir não beliscar as relações diplomáticas com os EUA do que assegurar o cumprimento dos direitos laborais dos seus cidadãos, nomeadamente o acesso à medicina do trabalho pelos trabalhadores portugueses que estão ao serviço da Força Aérea dos EUA na Base das Lajes, uma obrigação que é exigida por lei às empresas portuguesas.

Em janeiro de 2017 o parlamento dos Açores aprovou por unanimidade uma proposta do Bloco de Esquerda que recomendava ao Governo Regional a realização de um estudo sobre a problemática da toxicodependência na Região, que devia estar concluído no prazo de um ano. Os deputados do BE querem saber por que razões o estudo ainda não foi concluído e para quando está prevista a sua apresentação.

“A gestão das cantinas das escolas públicas não pode ser um negócio”, disse o deputado Paulo Mendes, que defendeu hoje no parlamento que devem ser as escolas a confeccionar as refeições servidas nas suas cantinas, em vez de este serviço ser efetuado por empresas privadas que estão mais preocupadas em obter o maior lucro possível do que com a qualidade das refeições.

Dossiers

Assina