O desequilíbrio orçamental que a Região enfrenta é da responsabilidade do governo da coligação – PSD, CDS e PPM – e do Chega, que aprovaram todos os orçamentos desde 2021. No caso do Chega, António Lima assinalou a enorme hipocrisia: o partido aprovou cinco orçamentos que previam gastar mais 600 milhões de euros do que foram executados pelo governo, mas agora diz que quer reduzir a despesa.