Author Bios

Opinião:

  • É lamentável que apenas o Governo Regional dos Açores insista em não reconhecer e valorizar devidamente os agentes culturais, ignorando o seu papel fundamental no desenvolvimento social e económico da região. 

  • A política deve ouvir a ciência, que indica que as épocas secas se tornarão cada vez mais frequentes. É urgente adotar medidas políticas concretas e baseadas em dados para mitigar os impactos das mudanças climáticas e garantir a sustentabilidade dos recursos hídricos na região.

  • O que vemos é um PSD que, em muitos aspectos, se assemelha ao PS que tanto criticou. As práticas caciquistas persistem, e os erros do passado são repetidos, com a agravante de que o PSD prometeu mais e, ao que tudo indica, menos cumpre.

  • São Roque do Pico merece mais do que tem recebido. Merece uma administração que valorize e promova a sua cultura, que cuide das suas infraestruturas de maneira responsável e que comunique com transparência e eficácia.

  • O interesse superior da criança deveria ser sempre a prioridade, mas, infelizmente, parece ter sido relegado a favor de políticas que atendem apenas a interesses mais estreitos e menos altruístas. 

  • No que diz respeito à Saúde do Pico, não estamos melhor. Para que um lugar de futuro seja realmente possível, é indispensável garantir uma saúde robusta, universal e que traga segurança para a sua população.

  • O estudo sobre o aumento da pista do aeroporto do Pico tinha um prazo de conclusão para novembro de 2023, mas até agora, nada foi divulgado. É inaceitável que uma infraestrutura tão crucial para o desenvolvimento da ilha e do Triângulo continue neste marasmo.

  • É urgente investir a sério na Saúde do Pico – garantir a modernização de equipamentos e infraestruturas, reforçar a articulação com o Hospital da Horta para deslocação de equipas médicas especialistas e implementar medidas de fixação de profissionais de saúde

  • Enquanto agosto avança e o calor do verão se faz sentir, o setor cultural desta região enfrenta um clima gélido de desatenção e desrespeito por parte do governo.

  • Aqueles que construíram uma retórica contra os beneficiários do RSI e que se opõem às políticas sociais de esquerda são os mesmos que sempre viveram à custa de subsídios, subvenções, contratos e adjudicações diretas do estado ou com o estado. Eles beneficiam-se a si mesmos e aos seus círculos de familiares, compadres e amigos.