Formação base em Direito e Administração e Gestão de Empresas com especialização em Produção de Eventos e Empreendedorismo Social. Com uma vasta experiência na área de gestão de projetos e produção de espetáculos e eventos. Diretora executiva e criativa do Festival +Jazz, que conta com nove edições e do Lava - Festival Internacional de Jazz do Pico, a caminho da quarta edição. Fundadora e gestora de projetos da GertArt – Associação Regional para a Promoção e Gestão Cultural, uma entidade não governamental que atua desde 2019 na área da produção de espetáculos e eventos e formações. em gestão cultural. Foi colaboradora de diversas entidades públicas e privadas ligadas à Cultura, como o Instituto Açoriano da Cultura, Museu de Angra, Associação Cultural Burra de Milho e Cineclube da ilha Terceira.
Coordenadora de diversos projetos socioculturais na Região Autónoma dos Açores, como é exemplo a implementação da primeira universidade sénior de São Roque do Pico, um projeto financiado pelo Orçamento Participativo dos Açores e o ATITUDE #artforchange, projeto de inclusão social das pessoas com deficiência através de práticas artísticas. Para além do seu gosto pela área da Cultura é uma ativista dos direitos das mulheres.
No que diz respeito à Saúde do Pico, não estamos melhor. Para que um lugar de futuro seja realmente possível, é indispensável garantir uma saúde robusta, universal e que traga segurança para a sua população.
O estudo sobre o aumento da pista do aeroporto do Pico tinha um prazo de conclusão para novembro de 2023, mas até agora, nada foi divulgado. É inaceitável que uma infraestrutura tão crucial para o desenvolvimento da ilha e do Triângulo continue neste marasmo.
É urgente investir a sério na Saúde do Pico – garantir a modernização de equipamentos e infraestruturas, reforçar a articulação com o Hospital da Horta para deslocação de equipas médicas especialistas e implementar medidas de fixação de profissionais de saúde
Enquanto agosto avança e o calor do verão se faz sentir, o setor cultural desta região enfrenta um clima gélido de desatenção e desrespeito por parte do governo.
Aqueles que construíram uma retórica contra os beneficiários do RSI e que se opõem às políticas sociais de esquerda são os mesmos que sempre viveram à custa de subsídios, subvenções, contratos e adjudicações diretas do estado ou com o estado. Eles beneficiam-se a si mesmos e aos seus círculos de familiares, compadres e amigos.