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Opinião:

  • Tudo isto é demasiado grave para permanecer em silêncio. É preciso denunciar estas situações e acima de tudo encontrar soluções. Há que dar condições aos profissionais de saúde e há que ter médicos não objetores de consciência em número suficiente na região para evitar criar mais barreiras no acesso à IVG.

  • Ser mulher é estar sempre em desvantagem quer no trabalho remunerado, quer quando chega a casa e tem à sua espera mais horas de trabalho não remunerado, apenas porque tem sido sempre assim…

  • A irresponsabilidade é tanta que se criou um cenário típico de novela de ficção, com a apresentação de um plano e orçamento completamente irrealista, uma vez que não será num ano que este governo fará o que não fez em três. Por outro lado, temos a IL e o CH que querem apagar os últimos três anos e fazer crer que nada são responsáveis pelo estado que a direita deixou a região.

  • Uma coisa é promover literacia financeira, outra é usar o parlamento como sala de aula de promoção descarada de um investimento financeiro! A primeira promove educação, a segunda ilusão.

  • Os liberais querem tudo: mais apoios públicos às empresas, menos impostos e endividamento zero! É caso para dizer quantas alfaces serão precisas para acordarem para a realidade?

  • A direita utiliza profissionais de saúde precários quando lhes convém e depois, em vez de garantir melhores condições de trabalho e de estabilidade, o que faz é excluí-los da possibilidade de integração e da contabilização do seu tempo de serviço para efeitos de progressão na carreira.

  • Se a educação é realmente um elevador social, não podemos aceitar este cenário em que as mulheres partem do -3 e os homens do piso 0. É preciso equilibrar este elevador e tornar o caminho de ambos justo.

  • Mais do que apoios financeiros à natalidade, o que os casais desejam é que haja uma legislação e medidas protetoras da parentalidade, onde se enquadra também a proteção da mulher nas intervenções ginecológicas e obstétricas.

  • O ódio ao RSI e aos seus beneficiários contribuiu para estigmatizar estas pessoas e potencialmente inibir a procura por este apoio. Assim, continuaremos com uma pobreza envergonhada e com indicadores assustadores que necessitam muito mais que reflexões.

  • O tempo é bom professor e permite-nos olhar para trás e refletir sobre as verdadeiras consequências de uma maioria absoluta e dos motivos que levaram ao chumbo do primeiro orçamento de estado para 2022.