Proposta para impedir encerramento da CGD na Fajã de Cima chumbada pelo PS

O Bloco de Esquerda levou hoje ao parlamento um projeto de resolução que recomendava ao Governo Regional que exercesse pressão política junto da administração da Caixa Geral de Depósitos e Governo da República para reverter o encerramento do balcão da Fajã de Cima e evitar que a mesma situação viesse a ocorrer no futuro noutras localidades. A iniciativa, que defendia as pretensões da população da Fajã de Cima – que se manifestou contra o encerramento do balcão do banco público na freguesia – foi rejeitada com os votos contra do PS e com a abstenção do PPM.

No debate, o deputado Paulo Mendes salientou que a postura da Caixa Geral de Depósitos, enquanto único banco público do país, devia ser diferente da dos restantes bancos, nomeadamente na missão de garantir a existência de serviços de proximidade às populações da periferia que garanta coesão territorial.

“O mais importante são as pessoas”, frisou o deputado do BE, considerando que “continuar a encerrar estes serviços é contribuir para a desertificação”.

Na justificação para votar contra esta iniciativa do Bloco, o PS, através do deputado Francisco César, considerou que o encerramento do balcão da Caixa Geral de Depósitos da Fajã de Cima era “um mal menor”.

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