Sinto um imenso arrepio na espinha e um incontrolável impulso para o vómito, quando me dou conta que ao senhor Neto de Moura e à dona Maria Luisa Abrantes compete administrar a justiça em nome do povo português e, portanto, em meu nome também.
Já ninguém duvida de que a construção da central de incineração em São Miguel é, descaradamente, um caso de negócio, de um grande negócio, só não sabemos para quem...
Sendo o turismo fortemente apoiado pelo dinheiro de todos/as nós, não seria correcto e justo que a sociedade exigisse destes empresários que, no mínimo, fossem obrigados a ter, nos seus quadros, 75% de contratos permanentes, como o BE/A defende?
Se uma atleta feminina nada recebe ao ter ganho uma competição, na mesma modalidade e distância, comparativamente ao atleta masculino vencedor a quem é atribuído um prémio de 250€ pelo organizador da competição, então é óbvio que a igualdade de género ainda não passou por aqui, e o sexismo domina.