Paralelamente à questão da concretização do espaço público da Calheta – uma contrapartida pela concessão do negócio do jogo – o Bloco propôs que o parlamento se manifestasse contra a instalação do casino no Pavilhão do Mar, em Ponta Delgada, e queria garantir que, no futuro, o Pavilhão do Mar estaria sempre destinado a atividades de acesso público, promovidas por entidades públicas ou privadas de caráter temporário.
Esta intenção de impedir que, no futuro, o Pavilhão do Mar seja utilizado para fins diferentes dos atuais também foi rejeitada pelo parlamento, pelos partidos da coligação e o Chega, com a abstenção da IL.
António Lima assinalou, no entanto, a importância da proposta do Bloco para que o casino não fosse instalado nas Portas Mar, lembrando que o anúncio do Governo de que não iria aceitar a proposta da empresa privada foi feito imediatamente a seguir ao anúncio de uma proposta do Bloco com esta finalidade.
O líder parlamentar do Bloco assinalou ainda que, como o próprio governo referiu em comunicado, foi “o impacto da opinião pública” que levou o governo a tomar esta decisão, e não uma questão de convicção.