Este é o momento de o povo distinguir entre aqueles que o servem e os que dele se servem, e de afirmar uma esquerda sem complexos, pronta para fazer a diferença.
O “novo ciclo” económico que o Partido Socialista apregoou meses a fio, afinal não serve sequer para estancar a emigração forçada. É o ciclo da continuação do aprofundamento das desigualdades, como os números nos dão conta.