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Intervenções:

  • Se houvesse dúvidas sobre as diferenças, aqui ficam esclarecidas. À esquerda discutem-se melhorias da vida das pessoas. À direita discute-se o quanto se vai cortar na sua vida.

  • No que respeita às empresas públicas já foi assumido pelo governo que para se ser administrador não basta ter cartão do partido certo, mas também jurar lealdade. Como recompensa, o governo que criticava os salários dos administradores das empresas públicas no tempo do governo do PS, mantém os mesmos salários chorudos. Percebe-se assim que o único problema da direita com os boys, era o facto de não serem os seus boys.

  • Em primeiro lugar, quero agradecer a presença de todos os partidos políticos, associações e sindicatos nesta Sessão de encerramento da VI Convenção do Bloco de Esquerda/Açores. Obrigado pela vossa presença, a qual que muito nos honra.

Opinião:

  • Alargar o acesso a refeições escolares nas interrupções letivas a todos os alunos que efetivamente necessitam, independentemente do escalão, é garantir que nenhuma criança fica sem uma refeição quente e equilibrada.

  • O Bloco colocou na agenda os transportes coletivos, apresentando uma proposta de criação de um Passe Mobilidade, com funcionamento por zona, custo máximo de 9 euros por mês e várias isenções. Assim será possível promover o início de uma verdadeira transformação do setor para o trazer ao séc. XXI.

  • Quando os governos dizem que é preciso essencialmente proteger os mais frágeis, o que pretendem é esconder que as chamadas “classes médias” serão abandonadas à sua sorte e ficarão mais pobres.

  • Foi com surpresa que ouvimos o que o presidente da SATA afirmou no parlamento: a SATA foi à banca contrair um empréstimo de 62ME. Em que condições e com que contra-garantias? Afinal entraram ou não os 62ME previstos no Orçamento da Região para 2022? E se não entraram foram utilizados para quê?

  • O mandato do atual governo da república do PS tem sido marcado por uma constante catadupa de polémicas, sempre com o condão de monopolizar o debate político. O debate que se quer sobre os problemas do país fica centrado nos problemas do governo e do Partido Socialista.

  • Comparando os recentes dados sobre a taxa de retenção e desistência no ensino básico nos Açores com o resto do país, é impossível não questionar o papel da política do governo regional em encerrar escolas indiscriminadamente ao primeiro caso de COVID-19 ao invés de isolar turmas.

  • Mais de 90% das vendas da Bencom são compras de fuelóleo por parte da EDA e as suas taxas de rendibilidade estão a anos luz acima da média do setor. Poucas dúvidas restam de que o problema está do lado do contrato, que o governo do PSD/CDS/PPM tanto se esforçou por esconder.

  • A saúde da coligação não terá saído sem dano deste processo e por isso já teve melhores dias. Mas, ou muito me engano, ou a saúde, em particular a administração do HDES, continuará a ser moeda de troca para a sobrevivência da coligação. E isso será dramático para o SRS.

  • O governo regional e da república decidiram pela exploração de minérios no mar profundo dos Açores, uma decisão tomada à margem de qualquer debate público, nas costas dos açorianos e açorianas. É bom que não se invista 32 ME de euros num cluster do mar para dar suporte científico aos extrativistas de sempre.

  • O governo apelou à responsabilidade de todos para que fosse aprovado um orçamento que diz ser de responsabilidade. Haverá responsabilidade quando se cortam 140ME no investimento público, na altura em que os Açores mais precisam?