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Intervenções:

Opinião:

  • Desde o início de dezembro que o Governo Regional afirma estar a estudar um apoio aos pais que têm de faltar ao trabalho para apoiar os filhos cujas escolas encerraram. Esse apoio é urgente e essencial. Não podem ser as famílias a pagar o custo do combate à pandemia.

  • As palavras do Secretário da Saúde e Desporto são claras: para o Governo, vale mais a lealdade ao partido do que a competência.

  • O país de baixos salários que temos não pode ser o modelo para a recuperação económica e para desbravar o caminho para o pós-Covid-19 em Portugal.

  • Se o discurso do passa culpas era expectável por parte do novo governo regional, a tentativa de forçar a degradação da situação da SATA,  para robustecer essa tática política e para aplicar medidas indefensáveis é uma atitude de enorme irresponsabilidade.

  • De contradições se fará esta governação. Só o tempo dirá que propostas ficarão para trás quando estas contradições se tornarem insanáveis. Aí saberemos claramente que caminho seguirá este governo.

  • A cada dia desta legislatura seremos fiéis aos compromissos assumidos: combater as injustiças e desigualdades sociais, defender o Serviço Regional de Saúde, manter sectores estratégicos na esfera pública, defender o Ambiente.

  • Haverá um acordo para o Representante da República ver e outro, preparado posteriormente para divulgação pública? Os “acordos” para a formação de governo são um poço de contradições cuja credibilidade está, neste momento, abaixo de zero.

  • O campo da direita já tem uma aliança para governar, tentando inclusive obter o apoio da extrema-direita do CHEGA, telecomandada a partir de Lisboa, assim como do IL e do PAN. Esse será um erro histórico da direita dita democrática que assim abdica de valores de mais de 4 décadas de democracia.

  • O PS e o seu governo perderam ambição e vontade de transformação; gerem a Região como forma a manter uma elite económica bem instalada, ao mesmo tempo que promovem o atropelo dos direitos dos trabalhadores favorecendo uma política de precariedade e baixos salários.

  • Carlos César diz que há muito rendimento não declarado nos Açores. Mas os responsáveis pela economia paralela não são os trabalhadores por conta de outrem, que para alimentar as suas famílias são obrigados a trabalhar por baixos salários, muitas vezes abaixo do salário mínimo, com vínculos precários e à hora, e onde o salário médio é quase 100 euros abaixo do nacional.