Sinto um vómito – “literalmente” falando -, profundo e sonoro, quando assisto (mais uma vez, a partir dos Açores) à saga das golas inflamáveis (que, afinal não são inflamáveis mas que perfuram, quando sujeitas a fogo), à trapalhada de um kit que era suposto ser “de autoprotecção contra os incêndios” e acabou por ser “pedagógico para as populações que fogem do fogo”, ao pedido de interpretação e aferimento da constitucionalidade de uma lei que existe há 24 anos mas que nunca foi aplicada.