Muito dificilmente reabilitaremos, na Horta ou noutro sítio qualquer, os danos que as decisões casuísticas, sem estudo, “chutadas com o pé que está mais à mão”, sistematicamente impõem ao território, e que nem tão pouco se demonstram económicas, porque aí as derrapagens e o rol de «correcções», por si só, encarregam-se de as desdizer.