As mulheres que recorram ao método de procriação medicamente assistida que tenham de se deslocar para uma instituição de saúde fora da sua ilha de residência podem passar a ter direito a um subsídio de deslocação e a justificação de faltas ao trabalho, que também se aplica a um acompanhante. Esta medida foi incluída, por proposta do Bloco de Esquerda, numa anteproposta de lei da coligação, aprovada ontem no parlamento, que atribuiu apoios aos acompanhantes de grávidas de ilhas sem hospital, e que terá que será agora debatida e votada na Assembleia da República.