A propaganda sistemática do Governo Regional apresenta os números, a cada mês que passa, das glórias do desenvolvimento da economia. Mas enquanto isto se passa, o número de trabalhadores envolvidos nos programas de apoio à empregabilidade não pára de aumentar, ultrapassando actualmente os 6 mil.
Por cá, passa a ideia de que não sofremos desta promiscuidade entre o interesse público e os interesses privados, mas tal ideia só se deve à desvalorização, condescendência e normalização a que a nossa opinião pública se permite sobre casos semelhantes ocorridos na nossa reputada pacatez.
Apesar de todas as vicissitudes, o regime de quotas foi responsável por um período de estabilidade e de renovação tecnológica, no sector. Então, porquê acabar com um regime que trazia bem-estar à Europa?
Presto homenagem às mulheres que, nos Açores e em todo o mundo, resistem às inúmeras formas de opressão, contribuindo, diariamente, paraque haja uma mudança de mentalidades que opere a plena igualdade entre homens e mulheres.
O PS só acordou para os problemas da pesca depois de os partidos da oposição apresentarem propostas para o sector. Aí, o PS desencadeou uma operação de propaganda, no imediato.
Para a direita regional, que tão bem sabe mimetizar a sua congênere nacional nas artes de dividir os pobres, os apoios sociais têm servido para alimentar ‘malandros’ e para aumentar a despesa pública, porque estes pobres teimam em não deixar a pobreza.
Temos cidade, temos cidadãos, temos um centro de saúde que fecha às 19:00, e um plano de emergência municipal, em meu entender bem elaborado, mas, e as sirenes que ouço às vezes?! Ah, pois é. Vêm de Ponta Delgada...