A proposta que o BE/Açores apresentou no último plenário pretendia, por um lado, aumentar e estabilizar os apoios concedidos às instituições privadas que estivessem a suprir a oferta pública e isentar os seus alunos de qualquer propina, como se de escolas públicas se tratassem, mas, por outro lado, impossibilitava o financiamento público a escolas privadas que não estivessem a suprir lacunas da escola pública, muito menos através da comparticipação pública de propinas, num sistema que, na Região, tem funcionado como se de um cheque-ensino se tratasse.