Não podemos, nem devemos, consentir que se continue a dar tudo a instituições de ensino privado, nos Açores, que não se encontram a colmatar falhas na cobertura da oferta pública, o que não significa que queiramos proibir a existência dessas escolas privadas, que se quiserem manter-se em atividade deverão, à semelhança de qualquer negócio, procurar clientes que queiram pagar, às suas expensas, o serviço que lhes é prestado.