A instituição de um “regime jurídico e Apoio ao Mordomo, Comissão das Festas, Império e Irmandade na preparação e realização das Festas Tradicionais e Populares do Culto do Espírito Santo” arriscaria a ser um instrumento de uniformização ou formatação da festividade, e contribuiria para apagar as suas idiossincrasias tão características, por influência exterior, algo a que a festividade nunca esteve sujeita, inclusive por parte da Igreja Católica.