Dezembro 10, 2015 01:25 AM

À primeira vista, parece que o Governo Regional já conhecia a intenção de Luís Parreirão abandonar a presidência do Conselho de Administração da SATA e, em função dessa sua pretensão, decidiu alterar a lei, no sentido de o tentar cativar, com ordenados chorudos.

Dezembro 10, 2015 01:23 AM

Dizem, por aí, que quem não tem emprego e que vive de pensões e subsídios, incluindo o subsídio de desemprego para o qual descontou enquanto teve emprego, deverá desempenhar trabalho comunitário para dar algo em troca à comunidade. Mas que eu tenha conhecimento isso do «serviço comunitário» é para quem cometeu algum crime. Será que ser pobre é crime?

Dezembro 3, 2015 02:11 PM

Entre o mundo virtual do Sr. Secretário e a realidade pura e dura, estão dezenas de milhares de Açorianos/as, a quem é debitado um receituário normativo que só existe no papel.

Dezembro 3, 2015 02:07 PM

Prefere pensar que pagar parte do salário em créditos para serem gastos nas lojas do próprio patrão não é comparável ao princípio que subjugou quem trabalhou nas explorações de borracha na Amazónia ou nas minas de carvão nos EUA? Prefere pensar que não temos exemplos destes nos Açores?

Dezembro 2, 2015 01:18 PM

Se o país sempre se caracterizou pela pobreza e por uma classe rentista dependente do Estado – admirada, por muitos, como uma elite dirigente dos destinos da nação – a Região sempre mimetizou, à sua escala, este destino a que estamos, supostamente sem alternativa, condenados.

Dezembro 2, 2015 01:06 PM

Nos Açores, não é só pobre quem não tem emprego ou vive de pensões baixíssimas.  Infelizmente, também o é quem trabalha, como bem sabem dezenas de milhar de Açorianos/as, porque ganham o salário mínimo  - ou pouco mais, ou bastante menos.