Agora, quando gradualmente os iludidos pela liberalização das rotas de serviço público começam a acordar para a realidade, ficámos a saber que, de e para a Terceira, as tais companhias aéreas, tão ansiadas e vistas como exemplos mundiais de gestão, só voarão se usufruírem de contrapartidas financeiras da Região, cobertura de custos fixos, cobertura dos riscos comerciais, de handling e… garantia de exclusividade de operação nas rotas de serviço público.