A negociação colectiva não se trata de uma mera formalidade, mas de um direito fundamental dos trabalhadores que é preciso defender e respeitar. Principalmente, numa altura em que os direitos dos trabalhadores são varridos - como se de lixo se tratasse - e em que a contratação colectiva é, na prática, substituída, pelos contratos individuais, como forma de tirar força negocial aos trabalhadores.