O futuro da Região encontra-se na vontade e coragem política para ousar uma mudança de paradigma para o seu desenvolvimento. Se essa for a prioridade, então tudo o que for de caráter simbólico virá naturalmente.
Se a riqueza disponível cresceu, nos Açores, mas o empobrecimento progressivo é a regra, na esmagadora maioria dos lares, tal só quer dizer que a redistribuição desta riqueza é profundamente desequilibrada.
Não basta mudar a imagem dos autocarros para termos um serviço renovado e melhorado, é necessário que este responda às necessidades das pessoas e para isso era necessárias mudanças a sério e não apenas alterações cosméticas para justificar aumentos de preço e “rendas excessivas” por ajuste direto.
O Faial tem uma profunda tradição do Mar e tem um Departamento de investigação marinha, com credenciais mundiais. Não serão razões suficientes para ser sede de um curso de Ciências do Mar?