Algo importante nas nossas vidas é a vivência em comunidade, queremos sentir-nos incluídos. Há uma validação social que, quer queiramos, quer não, desempenha um papel importante na nossa autoestima.
Lidar com o pequeno poder em localidades rurais é um desafio complexo que requer a adoção de estratégias integradas e adaptadas às características específicas de cada contexto.
As liberdades e garantias que advieram da Revolução de 25 de abril não são permanentes. Elas são conquistas que precisam ser mantidas e protegidas. A democracia é um sistema vivo e em constante evolução, que exige o envolvimento ativo dos cidadãos para que possa ser mantida.
O que se vai assistir com mais este programa de subsídios - Construir 2030 - é a captura pelos mesmos de sempre de mais uma grande fatia dos recursos públicos. E nem algumas exigências quanto à estabilidade no emprego criado e a mais essencial igualdade salarial entre homens e mulheres a direita quer fazer.
O projeto político iniciado no 25 de Abril de 1974 deve continuar a ser a matriz sobre a qual tecemos a nossa vida coletiva, orientando a implementação de políticas públicas que garantam direitos iguais para todas e todos, não deixando ninguém para trás.
Mais do que qualquer outra data festiva, é o 25 de abril que nos marca enquanto nação que rejeita a opressão e caminha fraternamente rumo a um Estado justo.
Assistimos a um ano em que os “Assuntos Culturais” tiveram um corte orçamental, as e os agentes culturais enfrentam enormes dificuldades em produzir Cultura para que possamos usufruir, interpretando-se como uma desvalorização do trabalho e dedicação destas pessoas.