A questão geracional parece assumir cada vez um papel evidente, sendo que isso pode ser um sintoma, isso sim, dessa clivagem, que, nesse caso, é um abismo em continuo aprofundamento.
Quando questionados sobre como melhor agir de modo a combater as alterações climáticas, os cientistas elegem como medidas mais importantes votar em partidos comprometidos com o clima e voar menos.
A minha esperança é que os jovens sejam um garante de progresso, olhando para quem por toda a Europa foi privado da sua Liberdade e não ouvindo quem prefere incendiar a construir.
Existem 17 candidaturas, várias delas com candidatos açorianos. Sejamos capazes de discutir, realmente, a Europa e aproveitar a oportunidade destas eleições funcionarem por círculo único (o voto útil não tem lugar).
Por proposta do Brasil, o G20 vai discutir a criação de um imposto global sobre riquezas bilionárias. É hora de mostrar o nosso apoio a esta medida, para que possa ser levada avante.
Parece-me que pensamos muito pouco a Europa e o nosso lugar nela. Os momentos em que mais ouvimos falar nela são de cinco em cinco anos, aquando das eleições europeias e mesmo assim estas eleições são aquelas com maior abstenção em Portugal.