De tanto ouvir, contrariado é certo, Secretários, Presidentes de Câmaras do Comércio, da Asta, da Visit Azores, entrevistas de muitos em torno da BTL, de responsáveis de diferentes Associações de Turismo e por aí fora, já quase me tinha convencido, de que para haver turismo era preciso render a estas máximas, a este desígnio, trituradoras da nossa identidade.