Se houvesse dúvidas sobre as diferenças, aqui ficam esclarecidas. À esquerda discutem-se melhorias da vida das pessoas. À direita discute-se o quanto se vai cortar na sua vida.
Como iremos potenciar a nossa ciência se não franqueamos a participação aos cientistas da especialidade que trabalham na região? Como poderemos assim vir a ser líderes de projetos internacionais em vez de meros parceiros das agendas políticas e científicas dos outros países e dos poderes centralistas regional e nacional?
O Bloco exigiu desde a primeira hora a repetição deste processo de forma transparente e justa. O governo reconheceu-nos razão e decidiu reiniciar um processo. Apesar dessa decisão correta mantém-se a necessidade de se apurar todo o processo em comissão de inquérito.
Tudo o que fazemos é política, temos de parar de achar que se trata de algo alheio, algo sujo. Se recusarmos o nosso poder é que se torna sujo, porque fica nas mãos de uns poucos, que guerreiam por interesses próprios.
O atual governo regional, para além de não ter uma política para o setor das pescas, vive apagando fogos no setor, muitos deles ateados pelo próprio governo regional.
A cooperação entre o setor privado e setor público na saúde têm, regra geral, por consequência não só a degradação do serviço público mas, neste caso, a perversão completa do funcionamento do serviço regional de saúde.
A perspetiva de um corte transversal de 20% no orçamento regional para pagar a dívida da SATA em dois anos parece saída de um laboratório de economia política. Mas neste caso as cobaias da experiência de engenharia económica que se prepara são os açorianos e açorianas.