Em poucos meses, já foram aumentados limites anuais, foram dissolvidas as repartições trimestrais e andam a transferir-se quotas de ilha para ilha de espécies que são costeiras e que, portanto, as respetivas abundâncias devem ser controladas a nível local.
O problema que aqui encontramos não se deve à subida do salário mínimo. Essa subida é mais do que necessária e só peca por ser pouco ambiciosa. O que está errado é a estagnação salarial imposta pela entidade patronal Estado, pela legislação laboral, e pelos empresários que querem mão de obra qualificada a preço de saldo.
Convenhamos: muita gente ou não tem o interesse ou não tem o tempo (infelizmente algo demasiado comum na nossa sociedade) para saber como funciona, com algum detalhe, a nossa democracia. De que serve andar-se a fazer considerações sobre o Orçamento de Estado se parte das pessoas não sabe bem o que é que se enquadra nele?
Se os aspectos técnicos até parecem estar no bom caminho, é grave, muito grave, ter uma escola que se quer de referência nacional e internacional, sem um rumo pedagógico sólido, que faça sentido na realidade social da região.
A parte boa de vivermos em democracia é não termos de esperar que os governantes tomem a ação. Somos nós quem os escolhe. Somos nós quem dita qual o rumo a tomar. E mesmo quando quem prometeu fazer algo não o faz, temos meios de pressão.
Assumindo as responsabilidades que daí advêm, o BE manteve-se fiel às eleitoras e eleitores que em si votaram, honrando o seu mandato e honrando acima de tudo o compromisso que assumiu convosco!