Quantas manifestações de afeto homossexuais públicas já viu acontecer nos Açores? Quantas pessoas conhece como assumidamente homossexuais, bissexuais, intersexo ou transexuais? Poucas, arrisco-me a avançar. Será isto “normal”? Ou será apenas a manutenção de uma falsa aparência do que ainda é considerado como “normal”?
No que respeita às empresas públicas já foi assumido pelo governo que para se ser administrador não basta ter cartão do partido certo, mas também jurar lealdade. Como recompensa, o governo que criticava os salários dos administradores das empresas públicas no tempo do governo do PS, mantém os mesmos salários chorudos. Percebe-se assim que o único problema da direita com os boys, era o facto de não serem os seus boys.
Nos Açores, enquanto espaço pequeno e fragmentado, parece que tomarmos uma atitude é algo esgotante e quase arriscado, que se tomarmos posição ou partido (literalmente ou não) podemos ditar o nosso desemprego. Isto revela mais sobre a necessidade de renovação do cenário político açoriano do que dos açorianos.
Menos de 1 euro de aumento ao complemento açoriano ao abono...retenham esta grande medida, do Governo Regional dos Açores, para ajudar às maiores vítimas da pobreza: crianças.
Entre todo o traçado urbanístico, com janelas e varandas, que tornaram Angra do Heroísmo, Património Mundial desde 1983, viam-se árvores que traziam não só beleza e história, mas também um “pulmão” aos que aqui habitam!
Normalizar a extrema-direita é fazer depender a sobrevivência do Governo Regional dos humores de Ventura e dos seus subordinados, como fazem PSD, CDS e PPM.
Pretendemos viver num mundo onde desprezamos os trabalhadores essenciais e romantizamos os acumuladores de riqueza? Queremos mesmo ser escravos de cifrões e abdicar de aproveitarmos a nossa vida?