Ora imaginem só se os nossos animais de companhia conseguissem falar… será que estariam orgulhosos do que foi alcançado na Ilha Terceira? Certamente não, especialmente depois uma visita a um Canil sobrelotado, em que os animais lutam pela sua sobrevivência.
Será difícil levar a sério um governo que, de manhã apela ao cumprimento das regras definidas e que à tarde desrespeita essas mesmas regras. Isso destrói a credibilidade do governo ou dos responsáveis que o fazem.
Os faialenses e restantes açorianos querem saber quem assegurará as funções técnicas e pedagógicas do projeto da EMA, quando estará a escola reconhecida como estabelecimento de ensino e quando é que o investimento feito neste projeto dará frutos e se irão finalmente abrir as portas deste edifício para nele entrarem os primeiros alunos.
Vivendo em democracia, aceitar as diferenças é primordial, aliás, não só se mostra essencial aceitá-las, como também é fulcral assentar as nossas posturas nessa democracia.
Esta decisão que a Assembleia Legislativa tomou, de repor o período experimental em três meses, vem assim repor equidade e tornar um pouco menos precárias as relações laborais nos Açores.
Não nos podemos esquecer para que serve uma campanha. Não estamos aqui para dividir lugares em cargos públicos, mas sim apresentar propostas e uma visão que depois é avaliada pelos eleitores. Uma candidatura política é, antes de tudo, um conjunto de causas e visões.
O pedido de reforço de policiamento é essencial mas não resolve o problema. A toxicodependência já existia, está disseminada e sem uma estratégia de mudança da condição económica e social destas pessoas não há tratamento que aguente.