Precisamos de um Plano Integrado de Transportes (aéreos, marítimos e terrestres), capaz de responder a questões tão simples como estas: o que é que jé temos? O que precisamos? Com que tarifas? Com que investimento público? Com que tipo de retorno económico e fiscal? Ninguém sabe responder a estas perguntas porque as medidas que têm sido propostas são casuísticas, sector a sector, empresa a empresa, todos de costas voltadas e olhando apenas para o seu umbigo.