O rumo a que as instituições nacionais e internacionais nos levam não é louvável, mas antes altamente reprovável: a espiral recessiva traduz-se em mais exploração, menos rendimento disponível, menos proteção social, mais desemprego, mais acumulação de riqueza em alguns, menos Estado, mais privatizações, menos serviços públicos, menos solidariedade social e mais “caridadezinha”.