Hoje, face ao tsunami social e económico inevitável, por via do “abandono” da Base das Lajes pela administração norte-americana, só há um caminho digno para o actual Governo Regional: exigir, adequadas compensações excepcionais para os trabalhadores despedidos, para a economia da ilha Terceira e, em particular, do concelho da Praia da Vitória, tanto à administração norte-americana, quanto ao governo português; estabelecer uma moratória para a desactivação da componente militar da base; lançar, durante este período, os estudos e a concretização de utilizações pacíficas para esta infra-estrutura, capazes de desenvolver a economia da Ilha e da Região.