O Governo Regional dá cada vez mais sinais de que aprendeu depressa com o Governo da República, pois este reúne, vezes sem conta, com a concertação social, mas apenas para impor as suas posições. Parece que o Governo Regional lhe segue as pisadas...
À luz da nossa Constituição, ninguém pode ser privado de direitos fundamentais, em razão da sua orientação sexual. Ora, ninguém negará que um dos direitos mais fundamentais do ser humano é poder amar, ser amado, constituir e zelar pelas suas famílias.
Está em perigo eminente a sobrevivência da nossa Região tal qual a concebemos e gostamos de ver e sentir, porque se contaminarmos os nossos solos, permitindo o monopólio das culturas a partir de sementes estranhamente manipuladas, estaremos a pactuar com a nossa própria colonização e a pôr em risco a nossa saúde.
Aliviar a carga fiscal de quem trabalha ou vive da reforma é que permitirá às empresas venderem e criarem emprego. Tudo o mais é pura mentira para esconder o desastre das políticas do governo PSD/CDS a que urge pôr fim, já.
Quanto maior o esforço para fabricar uma imagem pública perante os açorianos, de que as políticas emanadas do Palácio de Santana são diferentes daquelas que são emanadas do Palácio de São Bento, mais difícil se torna suportar essa aparência.
Estamos perante a privatização de uma empresa estratégica da nossa Região, nas costas dos/as Açorianos/as e, em particular, às escondidas da Assembleia Legislativa dos Açores.
O planeamento integrado dos transportes, nos Açores, é atamancado ou mesmo inexistente, as soluções apontadas parecem fáceis, consensuais, populistas, plenas de oportunismo e viciam o debate sobre os transportes aéreos.