Temos hoje a nossa Constituição sob ataque, particularmente no que respeita aos direitos humanos e a sua tradução nos serviços públicos. O «como se» relembra-nos que a política é mais do que o ato de votar, é participar.
É demasiado fácil refugiarmo-nos em críticas superficiais—que “os políticos são todos iguais” ou que “são políticos de carreira”. Mas pergunto: onde estão os cidadãos que permanecem vigilantes ao que acontece à sua volta e se dispõem a intervir?
Para resistir à maré de tempestade, a esquerda deve ser o horizonte de transformação e esperança que o socialismo nos proporciona. Só há resistência se houver esperança.