Sejamos mais exigentes com a forma como avaliamos a região e o país — o volume de transações é uma métrica demasiado grosseira. Ultrapassemos o PIB — analisemos a saúde, a educação, a habitação e os vários mercados à luz dos indicadores mais adequados em cada caso. Sim, dá mais trabalho — mas qual é a alternativa? Não vai ser a medir mal que vamos construir bem.