É fundamental que os comerciantes sejam ouvidos pela autarquia e que, perante as atuais circunstâncias, sejam ponderadas soluções que permitam as devidas condições para a comercialização dos produtos e que tranquilizem os comerciantes e clientes do Mercado da Graça. Só assim poderemos salvaguardar a reputação e futuro do Mercado da Graça.
Nestes casos vemos o antissemitismo a ser usado como desculpa para afastar qualquer chamada de atenção sobre Gaza, apesar de já inúmeras entidades internacionais estarem a falar no assunto. Resta afirmar que mesmo uma posição antissionista não é necessariamente antissemita, tanto que existem várias organizações de judeus que se manifestam contra o que está a acontecer.
A política deve ouvir a ciência, que indica que as épocas secas se tornarão cada vez mais frequentes. É urgente adotar medidas políticas concretas e baseadas em dados para mitigar os impactos das mudanças climáticas e garantir a sustentabilidade dos recursos hídricos na região.
As generalizações, contudo, mantêm-se: é tudo igual. Isto é o apelo à inação da própria comunidade, é a automutilação, a demissão do poder sobre si própria! Fazer política é entregar-se à comunidade e enquanto não a dignificarmos, nunca será digna.
Além do cansaço, imobilizamo-nos por um pessimismo que radica de um sistema (construído por nós) que nos falha, não da nossa condição humana. Resta, portanto, a esperança.
O que vemos é um PSD que, em muitos aspectos, se assemelha ao PS que tanto criticou. As práticas caciquistas persistem, e os erros do passado são repetidos, com a agravante de que o PSD prometeu mais e, ao que tudo indica, menos cumpre.
São Roque do Pico merece mais do que tem recebido. Merece uma administração que valorize e promova a sua cultura, que cuide das suas infraestruturas de maneira responsável e que comunique com transparência e eficácia.