Quando questionados sobre como melhor agir de modo a combater as alterações climáticas, os cientistas elegem como medidas mais importantes votar em partidos comprometidos com o clima e voar menos.
A minha esperança é que os jovens sejam um garante de progresso, olhando para quem por toda a Europa foi privado da sua Liberdade e não ouvindo quem prefere incendiar a construir.
Existem 17 candidaturas, várias delas com candidatos açorianos. Sejamos capazes de discutir, realmente, a Europa e aproveitar a oportunidade destas eleições funcionarem por círculo único (o voto útil não tem lugar).
Por proposta do Brasil, o G20 vai discutir a criação de um imposto global sobre riquezas bilionárias. É hora de mostrar o nosso apoio a esta medida, para que possa ser levada avante.
Parece-me que pensamos muito pouco a Europa e o nosso lugar nela. Os momentos em que mais ouvimos falar nela são de cinco em cinco anos, aquando das eleições europeias e mesmo assim estas eleições são aquelas com maior abstenção em Portugal.
O caminho deve ser o de aprofundamento de abril: não faz sentido a discussão sobre os seus valores, mas a discussão sobre a forma como os concretizar. A liberdade é o maior dos valores de abril, não me cabe na cabeça a possibilidade de a discutir
Abril acabou com uma ditadura, pôs fim a uma guerra, libertou povos do jugo do colonialismo, trouxe liberdade também aos portugueses. É certo, criou muitas expetativas ainda por concretizar. Mas cumpriu a sua maior promessa: a democracia.