O que o HDES e todo o SRS precisa e precisava há muito, é de investimento, modernização e atração e fixação de profissionais. E até haver esse tal “novo hospital”, ficará o HDES amputado por opção do governo regional e a saúde em São Miguel e nos Açores dependente de um pequeno hospital modular e da CUF.
É fundamental que os comerciantes sejam ouvidos pela autarquia e que, perante as atuais circunstâncias, sejam ponderadas soluções que permitam as devidas condições para a comercialização dos produtos e que tranquilizem os comerciantes e clientes do Mercado da Graça. Só assim poderemos salvaguardar a reputação e futuro do Mercado da Graça.
Nestes casos vemos o antissemitismo a ser usado como desculpa para afastar qualquer chamada de atenção sobre Gaza, apesar de já inúmeras entidades internacionais estarem a falar no assunto. Resta afirmar que mesmo uma posição antissionista não é necessariamente antissemita, tanto que existem várias organizações de judeus que se manifestam contra o que está a acontecer.
A política deve ouvir a ciência, que indica que as épocas secas se tornarão cada vez mais frequentes. É urgente adotar medidas políticas concretas e baseadas em dados para mitigar os impactos das mudanças climáticas e garantir a sustentabilidade dos recursos hídricos na região.
As generalizações, contudo, mantêm-se: é tudo igual. Isto é o apelo à inação da própria comunidade, é a automutilação, a demissão do poder sobre si própria! Fazer política é entregar-se à comunidade e enquanto não a dignificarmos, nunca será digna.
Além do cansaço, imobilizamo-nos por um pessimismo que radica de um sistema (construído por nós) que nos falha, não da nossa condição humana. Resta, portanto, a esperança.