Março 14, 2026 09:30 PM

Se a este único objetivo acrescentarmos a pressa que o Plano de Recuperação e Resiliência impôs no regresso ao tema da Habitação, direito constitucional completamente esquecido, e por isso, impreparado, desprovido de quaisquer ideias ou projetos em carteira, temos a conjuntura perfeita para o aparecimento de este e outros casos, tantos dos quais deixamos passar.

Março 12, 2026 12:13 PM

Vangloriar-se da utilização dos Açores como instrumento da guerra imperialista de Trump, como fez o Presidente do Governo Regional, constitui uma cumplicidade consciente que ignora as consequências terríveis da guerra. O que tem o Presidente do Governo a dizer sobre as 110 meninas assassinadas por mísseis numa escola? E quem vai pagar a crise que a guerra já está a gerar? É para isso que serve a nossa “centralidade estratégica”? Eu prefiro que não sejamos mais cúmplices!

Março 11, 2026 05:11 PM

Há dias aconteceu algo raro: um grupo de cidadãos ficou a discutir o futuro da Baía de Porto Pim no Auditório da Biblioteca até às dez da noite. Sem pressa. Sem vencedores. Pessoas diferentes, ideias diferentes, preocupações reais. No fim, não houve uma solução mágica. Houve algo melhor: conclusões construídas em conjunto. Parece pouco. Mas não é.

Março 10, 2026 05:26 PM

Ao permitir que a Base das Lajes sirva de posto de abastecimento para o belicismo cego, Portugal abdica da sua tradição de construtor de pontes para se tornar num cúmplice passivo de uma escalada de violência cujas consequências não controla.

Março 4, 2026 09:16 PM

Pelos Açores, registou-se não só um grande número de movimentos de aeronaves militares norte-americanas, como também a repugnante e habitual submissão bolieirista face aos interesses de Trump e Netanyahu. 

Fevereiro 26, 2026 05:30 PM

É o conjunto de fortificações de Porto Pim que protege a baía ao avanço do mar. São os muros adjacentes e os blocos de pedra que calçam as estruturas que impedem que o mar salte para terra. Mas pedra de tufo está a desfazer-se, os muros de pedra já há muitos anos que deixaram de ter manutenção contínua. E a intervenção que se pondera fazer ali não tem isso em conta. Adiar o restauro é permitir a perda de património insubstituível e é também a perda de proteção contra o avanço do mar.